Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

sexta-feira, 13 de março de 2009

Minha bicicleta caloi e meu patins sandalinha.

Tinha Caloi Ceci com cestinha na frente na cor cinza. Só eu sei quando ganhei a felicidade que estava.





Mas lembrei agora, de uma história da minha primeira bicicleta Caloi vermelha.
Era Natal e eu já havia espalhado bilhetinho pro papai noel naquele mês (não esqueça a minha Caloi – exatamente iguais ao da propaganda da época). Então no dia do Natal, o papai noel chegou e entregou pra todos seus presentes e pra mim uma mera caixinha de lenços. Chorei tanto e ele disse que ia embora. E foi. Uns minutos depois ouvimos um barulhão no andar de cima do nosso apartamento e minha mãe disse que era ele que havia ido embora com o trenó mas era melhor olharmos pois ele podia ter caído. Eu,em prantos fui olhar igual, vai que ele fique mais zangado e no próximo natal não me dê nem uma caixa de lenços? Subi até o outro andar e adivinha?Era minha bicicleta vermelha linda sorrindo pra mim. Eta Natal inesquecível.



Alías, inesquecível também é o dia que meu pai me buscou na escola e no caminho me deu meu primeiro patins. Não sei o que foi melhor, estar com meu pai ou ganhar o patins. Sei que ele colocou nos meus pés e me ensinou a andar no caminho de casa. Daquele momento em diante eu me apaixonei por patinação e anos me dediquei a andar cada vez melhor, até que meu menisco não me permitiu mais.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Época de esporte

Sempre fui gordinha e em poucos momentos estava magra. Sempre que emagrecia tinha influência da família que nunca me aceitaram como sou e consequentemente, eu tentava de tudo para ser aceita. Eram remédios tarja preta as escondidas de todos, vomitar no banheiro, laxantes e diuréticos que desde muito cedo podia ensinar os prós e os contras dos efeitos. Mas não era só isso, também fui apresentada muito cedo aos esportes.

Primeiro, pequeninha ao balé. Mais tarde na ACM, a natação e ginástica olímpica. Aliás, eu sempre adorei os mais variados esportes e achava fantástico quando a minha mãe jogava volei ou nadava na ACM. Ah, e quando ela virava estrelinha na praia, eu simplesmente delirava.

Bom voltando. Quando fiquei um pouco mais velha (uns 6 anos - rsrsrs), aprendi a patinar. Isso foi obra do meu pai que ai, era meu ídolo.
A patinação foi minha grande paixão até os dias de hoje, embora não patine mais.

Então, veio a bicicleta, a dança moderna - vulgo jazz, a ginástica rítmica com a profa Benvinda do Colégio Americano. Como era gostoso dançar com as fitas e arcos.
E assim fui apresentada a esportes coletivos na adolescencia. Volei, basquete, corrida e futebol. Esse último nunca joguei. Sempre me contive em apenas olhar.

Foi nesse período de uns 16 anos mais ou menos que eu resolvi ser como Joao do Pulo ou o Bernard.



Claro, que não deu certo pois sou baixinha e tenho problemas no menisco.
No vólei, eu lembro que queria aprender para fazer o saque Jornada nas estrelas do Bernard. Era um saque atingia cerca de 25 metros de altura, e retornava numa velocidade de aproximadamente 70 km por hora, dificultando a recepção dos adversários – o que atrapalhava toda a seqüência da jogada

video -


Nessa mesma época, olhava futebol só pra ver o Rai e o Dr Sócrates jogando.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Amoladores de faca e vendedores de algodão doce



Eu adorava o som dos amoladores de faca e os vendedores de algodão doce que faziam barulho com uma matraca. Era um pedaço de madeira com um pedaço de ferro que batia de um lado pro outro (PLAC PLAC, PLAC PLAC).




Não sei bem porque mas me traz uma sensação gostosa aquele som.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Alfajores

Esta receita é do Chef Álvaro Rodrigues.

Ingredientes:
1 xícara (chá) de açúcar refinado (180 g)
1 colher (sopa) de açúcar de baunilha
1 colher (café) rasa de fermento em pó
1 ¾ xícara (chá) de farinha de trigo (210 g)
2 xícaras (chá) de amido de milho (200 g)
200 g de manteiga extra sem sal, gelada e bem picada
3 gemas de ovos médios (50 g), peneiradas
1 colher (chá) de essência de baunilha de boa qualidade
1 colher (sobremesa) de raspas de limão (opcional)

Recheio:
1 lata de doce de leite em ponto de corte

Banho de Chocolate:
250 g de chocolate cobertura ao leite
250 g de chocolate meio-amargo bem picado

Modo de Preparo:
Em uma tigela grande coloque os açúcares, o fermento em pó, a farinha de trigo, o amido de milho, a manteiga e amasse com a ponta dos dedos ou bata no processador até obter uma farofa úmida. Junte as gemas, a essência e amasse delicadamente com a ponta dos dedos ou bata novamente no processador até obter uma massa lisa e macia. Por último, agregue as raspas de limão e envolva bem. Embrulhe a massa obtida em papel alumínio ou filme plástico e deixe gelar por uma hora ou até que esteja bem firme.

Abra porções da massa entre duas folhas de plástico na espessura de 5 mm e corte os alfajores com um cortador redondo de 5 ou 6 cm de diâmetro. Distribua os discos de alfajor sobre chapas de alumínio ligeiramente untadas com manteiga e polvilhadas de farinha de trigo e asse-os em forno pré aquecido à 170ºC até que esteja levemente dourados. Deixe esfriar sobre uma grade, aplique o recheio e decore a gosto.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Existem coisas que nem penso NO MOMENTO EM DISCUTIR


Existem coisas que nem penso NO MOMENTO EM DISCUTIR,
tenho minha opinião formada e enraizada. Goste ou não, para mim as coisas são assim:


NAZISMO - Qualquer tipo de domínio precisa de um líder carismático para ter seguidores. No caso do nazismo, um louco extremamente inteligente foi capaz de hipnotizar com suas ideias pessoas que não acreditavam no respeito entre as diferenças existentes em cada ser humano.

PENA DE MORTE - Não aprovo, pois poderia se condenar alguém que não é o verdadeiro culpado. Devido à n fatores processuais

ABORTO - Deveria ser legalizado devido ao grande de num de mulheres que morrem na clandestinidade. Não julgo aqui, se é justa ou não a morte do feto, pois o ato em si é feito de qualquer forma por quem acredita ser necessário. Cada cabeça uma sentença.
Se eu faria? Não sei.

PEDOFILIA - Prisão perpétua a todo indivíduo que cometer doentes mentais ou não. O desrespeito a qualquer pessoa em formação, criança ou adolescente, não deve ser abrandado. Todos que cometem devem ser severamente punidos não importando se o sistema carcerário é caótico ou não. É prisão sem diminuição de pena por bom comportamento.

POLÍTICA - A política? Amo a política, pois é através dela que pode-se transformar uma sociedade em qualquer coisa que se queira
As pessoas que estão políticas? São pessoas que em sua maioria, acreditam fielmente estarem fazendo o melhor para si e para os outros. No entanto, esquecem q são imperfeitos tanto quanto qualquer um. Sua prepotência de estar político (não é eterno) no poder, lhes concebe a onipotência de acreditar em tudo ser possível. A humildade é esquecida como um dos principais sentimentos de visibilidade daquilo que realmente acontece em nossa volta.

DROGAS - Nunca tive atrativo para tais. Penso que não é solução para nada. Para sentir-se feliz ou imaginar coisas é desnecessário seu uso. Mas tenho a consciência de muitas pessoas procuram porque não acreditam em si mesmas, que possam agir diferente sem usar de subterfúgios.

BEBEDEIRAS - O reflexo da embriaguez é degradante. Só causa imbecilidades de atitudes incoerentes, incapacidade de reagir a ações alheias e incapacidade de discernir sobre o que realmente importa. Os reflexos motores ficam lentos e apercepção espacial muda. Quando há alguém embriagado ao volante não importa se é bom ou mau motorista, é uma questão fisico-quimica, e o risco de um acidente é relevante.








terça-feira, 18 de novembro de 2008

A aventura de Félix

Chegou em casa cansada do dia estressante. Na loja em que trabalha o movimento foi intenso. Os clientes entravam e saiam o tempo todo comprando presentes para o Dia das Mães. Suas pernas pediam para que se sentasse no canto e abandonasse tudo aquilo, mas como não se vive de brisa, valentemente terminou o dia.
Ao abrir a porta de casa não percebeu que ele havia saído. Pra dizer a verdade, estava exausta e nem lembrou que ele existia.
Foi direto tomar um relaxante banho. Deixou a água rolar. Sentiu o prazer do aroma exalado pelo sabonete. Ficou ali, talvez meia hora. Depois, enrolou o corpo na toalha e deitou-se. Enquanto isso, na rua ele se aventurava por entre os perigos da noite.
Há cerca de uma hora em frente de casa, espreguiçou e alongou o corpo mais que pode. Ficou um tempo observando a lua, as estrelas e o que lhe aguardava nesse universo novo. Até então, seu mundo eram as paredes da sua casa. 
Observou que não havia canto dos pássaros. Talvez por estarem em seus ninhos a essas horas. 
Os cães que durante o dia latiam ferozmente, hoje, nem um pequeno murmúrio. 
- Hummm. Tudo perfeito pra uma “esticadinha”.
Andou pelo mato selvagem de seu quintal. Comeu algumas coisinhas que ali cresciam, quando viu do outro lado da calçada uma loira linda. Pensou em ir até lá ver o que poderia arrumar com ela. Opa, arrumar? Digo combinar. 
A loira muito da exibida nem olhou pra ele. Passou altiva e num rebolado que lhe enlouqueceu. Ele ficou ali. Parado. Sem entender se era tão desprezível assim, ou simplesmente, ela não o percebeu. 
Continuou sua aventura na selva. Viu aranhas de jardim, algumas rãs, uma que outra cobra cega e algumas formigas. Todos os animais insignificantes para seu paladar. Talvez, se surgisse uma lagartixa pudesse saborear um pouquinho. Mas, não. Nada.
As horas foram passando. Sentou-se, deitou-se em uns panos jogados perto da churrasqueira até que veio a chuva. Foi na porta, mais uma vez chamou sua amada dona. 
- Chamouuuuuuuuuuuuu, chamouuuuuuuuuuu, chamouuuuuu.
Ninguém apareceu.
Triste por ficar ao relento se deitou no piso frio. 
Viu novamente a loira, mas desta vez, se fez de rogado e não deu a mínima a sua existência. 
Começou um vigoroso banho em seu corpinho roliço. Foi no momento em que seu rosto se aproximou mais de sua parte “sagrada”. Assustou-se. Algo estava diferente. 
- Cadê elas? Eram duas. Fui roubado!
Lembrou então, que outro dia, ouviu sua dona comentando que agora ele não acasalava mais. Não deu importância ao seu desconhecimento por que sempre teve preguiça de ver dicionários e achou a palavra insignificante. Já compreendendo tudo entrou em pânico, 
- Agora sei o que aconteceu. Que destino o meu. No frio da noite, sem uma ração e ainda CASTRADO. Triste destino de ser gatinho. 
Assim, adormeceu. Miando. Sofrendo com seu horroroso fim.
Pela manhã, a porta se abriu. Entrou correndo. Ronronando pulou no colo da dona conformado que nada poderia alterar seu carma. E ela se sentindo culpada de tê-lo esquecido, tentando compensar sua negligência, lhe acarinhou por longo, longo, longo tempo.

A aventura de Félix

Chegou em casa cansada do dia estressante. Na loja em que trabalha o movimento foi intenso. Os clientes entravam e saiam o tempo todo comprando presentes para o Dia das Mães. Suas pernas pediam para que se sentasse no canto e abandonasse tudo aquilo, mas como não se vive de brisa, valentemente terminou o dia.
Ao abrir a porta de casa não percebeu que ele havia saído. Pra dizer a verdade, estava exausta e nem lembrou que ele existia.
Foi direto tomar um relaxante banho. Deixou a água rolar. Sentiu o prazer do aroma exalado pelo sabonete. Ficou ali, talvez meia hora. Depois, enrolou o corpo na toalha e deitou-se. Enquanto isso, na rua ele se aventurava por entre os perigos da noite.
Há cerca de uma hora em frente de casa, espreguiçou e alongou o corpo mais que pode. Ficou um tempo observando a lua, as estrelas e o que lhe aguardava nesse universo novo. Até então, seu mundo eram as paredes da sua casa. 
Observou que não havia canto dos pássaros. Talvez por estarem em seus ninhos a essas horas. 
Os cães que durante o dia latiam ferozmente, hoje, nem um pequeno murmúrio. 
- Hummm. Tudo perfeito pra uma “esticadinha”.
Andou pelo mato selvagem de seu quintal. Comeu algumas coisinhas que ali cresciam, quando viu do outro lado da calçada uma loira linda. Pensou em ir até lá ver o que poderia arrumar com ela. Opa, arrumar? Digo combinar. 
A loira muito da exibida nem olhou pra ele. Passou altiva e num rebolado que lhe enlouqueceu. Ele ficou ali. Parado. Sem entender se era tão desprezível assim, ou simplesmente, ela não o percebeu. 
Continuou sua aventura na selva. Viu aranhas de jardim, algumas rãs, uma que outra cobra cega e algumas formigas. Todos os animais insignificantes para seu paladar. Talvez, se surgisse uma lagartixa pudesse saborear um pouquinho. Mas, não. Nada.
As horas foram passando. Sentou-se, deitou-se em uns panos jogados perto da churrasqueira até que veio a chuva. Foi na porta, mais uma vez chamou sua amada dona. 
- Chamouuuuuuuuuuuuu, chamouuuuuuuuuuu, chamouuuuuu.
Ninguém apareceu.
Triste por ficar ao relento se deitou no piso frio. 
Viu novamente a loira, mas desta vez, se fez de rogado e não deu a mínima a sua existência. 
Começou um vigoroso banho em seu corpinho roliço. Foi no momento em que seu rosto se aproximou mais de sua parte “sagrada”. Assustou-se. Algo estava diferente. 
- Cadê elas? Eram duas. Fui roubado!
Lembrou então, que outro dia, ouviu sua dona comentando que agora ele não acasalava mais. Não deu importância ao seu desconhecimento por que sempre teve preguiça de ver dicionários e achou a palavra insignificante. Já compreendendo tudo entrou em pânico, 
- Agora sei o que aconteceu. Que destino o meu. No frio da noite, sem uma ração e ainda CASTRADO. Triste destino de ser gatinho. 
Assim, adormeceu. Miando. Sofrendo com seu horroroso fim.
Pela manhã, a porta se abriu. Entrou correndo. Ronronando pulou no colo da dona conformado que nada poderia alterar seu carma. E ela se sentindo culpada de tê-lo esquecido, tentando compensar sua negligência, lhe acarinhou por longo, longo, longo tempo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Shazan





O desenho do Shazan era bem legal. Shazzzzzannnnnnnn não deixava de ser uma palavra mágica quando Nancy e Chuck juntavam os anéis mas na realidade era o nome de um gênio. Eles, no primeiro episódio, encontram dois anéis numa caverna e quando os anéis se juntam aparecem em uma terra mágica das Mil e Uma Noites onde são recebidos por Shazzam o Gênio que lhes fornece Kabup, um camelo voador. Só que eles tem a missão de procurar os verdadeiros donos dos anéis para que possam voltar para casa. Sempre que estão em perigo, juntam os anéis e chamam por Shazan.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Tomate Seco

Ingredientes
1 kg de tomate do tipo rasteiro (bem maduros)
3 colheres de sopa de açucar refinado
1 colher de sopa de sal
100 ml azeite de oliva
2 colheres de alho picado
4 colheres de azeitonas picadas

1.Lave os tomates e corte-os ao meio, separando em 2 bandas
2.Distribua-os em uma forma, deixando o lado das sementes para cima
3.Misture o sal e o açucar, e salpique sobre os tomates
4.Leve ao forno em temperatura baixa por 1 hora, ou até que fiquem desidratados
5.Misture o azeite, o alho e a azeitona
6.Em um vidro esterelisado intercale uma camada de tomate, e uma colher da mistura de azeite
7.Faça camadas até encher o vidro, tampe e espere 24 horas para curtir

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

JOSIE E AS GATINHAS





O desenho de Josie e as gatinhas era de um grupo de garotas que se metiam em aventuras contra vilões. Alguns anos atrás esse desenho se tornou um belo longa. Bah, uma delas, a Melody, era muito burrinha. Elas, também, tinham um gato chamado Sebastian que era muito “arteiro”.


Volte sempre!

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