Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

CAPITÃO CAVERNA




Um desenho animado muito bom era o Capitão Caverna que ele era um super-herói junto com 3 meninas que o ajudavam.
Tinha direito ao grito poderoso do herói: "Capitão Caveeeeerrrrrnnnnaaaaaa"



quarta-feira, 17 de outubro de 2007

CRIANDO UM CURRICULO

Será que é assim tão complicado confeccionar um currículo direito? A resposta é sim. Claro que a tarefa não se compara a resolver um teorema de Pitágoras. Mas exige concentração, reflexão, tempo, poder de síntese, bom texto e, sobretudo, uma compreensão verdadeira do que é importante ressaltar. A VOCÊ S/A fez um levantamento minucioso de tudo o que deve ter — e também o que não pode conter — um currículo para ser considerado muito bem-feito.


1. Diga quem você é
Escreva no alto dapágina seu nome completo, endereço (também completo), telefone, celular, e-mail, nacionalidade, idade, estado civil e número de filhos. E mais nada. Em relação aos três últimos itens há uma controvérsia — alguns consultores acham que devem ir no fim do currículo; outros, no começo. Faça como quiser, porque não muda nada.

2. Como definir seu objetivo
O que você quer tem que estar logo depois dos dados pessoais. É hora de deixar claro seu objetivo, o cargo, ou os cargos, e a área (ou áreas) que você pretende.
3. Não seja um franco-atirador
Antes de mandar seu currículo para qualquer empresa, decida o que gostaria de ser e em que área desejaria atuar. Você pode até querer ser duas coisas, como gerente de marketing ou de recursos humanos. Mas ninguém normal quer ser dez coisas diferentes.

4. Não embrulhe para presente
Colocar capas ou guardar o currículo dentro de pastas é puro desperdício de dinheiro. “Eliminamos tudo ao inserir o documento no banco de dados. Só aproveitamos o texto”, diz Zoila Mendes Pinto, headhunter da SpencerStuart. O currículo não precisa ser uma obra de arte. Basta ser bom. Portanto, basta utilizar folhas brancas (limpas) e grampeadas.
5. Tamanho não é documento
Quer fazer um grande favor para a pessoa que vai ler o seu currículo? Não a canse com páginas e páginas contando todos os pormenores dos seus grandes feitos. Use frases curtas e evite ao máximo passar de duas páginas. Vá lá, três é o limite, mas somente se você for um veterano. Caso seja muuuuito experiente e seus conhecimentos exijam mais espaço, faça um outro currículo com algumas páginas extras e segure-o com você. Mas você deve mostrá-lo apenas se for chamado para uma entrevista.

6. O seu tipo ideal
Alto, moreno, bonito… Epa, o assunto aqui é trabalho — estamos falando de ti-po-lo-gia. Fique com as mais simples — como a Courier, a Arial ou a Times New Roman. Elas facilitam a leitura. Também não tente aquele truque mais do que conhecido de diminuir o tamanho da letra para reduzir o número de páginas. Qual o corpo ideal? Qualquer um entre 11 e 14.
E atenção: não abuse dos negritos, itálicos e palavras sublinhadas. Esses recursos só devem ser usados para organizar os dados.

7. Fale do que é capaz
Podemos dizer que o resumo profissional, o próximo item da lista, é o coração do seu currículo. É aqui que você vai apresentar uma síntese das competências que desenvolveu ao longo da carreira. E precisa entrar antes de citar as empresas em que trabalhou, porque este é o momento em que a pessoa que está lendo vai desistir ou ir em frente. Essa parte é a mais difícil, porque você vai ter que ser breve e, ao mesmo tempo, discorrer sobre as suas habilidades.
Se você está começando sua carreira, ainda não tem muito o que contar sobre sua experiência profissional. Então, vá direto para sua formação acadêmica.

8. Por onde você passou?
Mencione somente as últimas cinco empresas em que trabalhou, em ordem cronológica decrescente. Gutemberg Macedo, diretor da Gutemberg Consultores, empresa de recolocação de executivos, aconselha escrever os dados da sua experiência profissional na seguinte seqüência: nome da empresa — se ela não for conhecida, descreva rapidamente seu ramo de atividade, sua posição no mercado, seu faturamento e seu tamanho em número de funcionários (a idéia é mostrar seu porte); cidade e, se for o caso, o país em que ela se localiza; a posição que você ocupava; e, finalmente, o mês e o ano da sua contratação e saída. “É importante mencionar isso para que o empregador saiba se você passou algum período sem trabalhar”, diz Gutemberg.
Não se limite a dizer qual era o seu cargo. Muito mais importante que ele é contar o que fez na prática. É isso o que vai fazer a diferença — e é justamente esse um erro que grande parte das pessoas comete. Não adianta escrever: administrador financeiro, responsável pelas finanças da empresa

9. Um currículo só não basta
Se há uma coisa que pode adiantar o expediente é fazer um currículo especial para cada empresa que você tenha em vista. É claro que antes você precisa saber em quais empresas gostaria de trabalhar — e não importa se há vagas ou não (qualquer empresa inteligente tem lugar para pessoas talentosas). A partir daí, terá que descobrir tudo o que puder sobre a companhia, sobretudo os problemas para os quais você tem solução. Internet, jornais, revistas e conversas com funcionários são fontes valiosas de informação. Essa é a única maneira de não gastar munição à toa.

10. Seu diploma tem grife?
Não adianta negar: além da experiência profissional, a formação acadêmica pesa muito na hora do empregador se decidir por um candidato. É consenso entre os especialistas em carreira que quem não se graduou em uma universidade conhecida deve “reparar” essa falta fazendo uma pós-graduação numa instituição de renome. Não estamos querendo dizer que sem um diploma de primeira linha a pessoa não tenha chances de entrar e crescer numa boa empresa. Claro que o desenvolvimento depende muito mais dela mesma do que das escolas por onde passou.
Nunca se iluda quanto ao objetivo das empresas: elas querem gente talentosa, capaz de dar resultados. Isso é o que mais importa para elas.
Fale sobre sua formação acadêmica começando sempre pelo curso mais recente, com ano de início e de término. Basta relacionar o curso de graduação e pós-graduação.


11. Nada de cursos relâmpagos
Só coloque os cursos complementares que fizeram você desenvolver alguma habilidade interessante para a empresa onde quer trabalhar. Aqueles seminários de uma tarde sobre relações humanas no trabalho definitivamente não interessam a ninguém.

12. Qual é sua língua
Em matéria de idiomas não existe meio termo. “Ou você é fluente ou não é”, diz a headhunter Yonara Costa. Para evitar constrangimentos na hora da entrevista (sim, seus conhecimentos serão testados cara a cara), ela aconselha o candidato a subavaliar seu conhecimento de línguas estrangeiras. Ou seja, é melhor dizer que do francês você só sabe o básico do que afirmar que se vira muito bem — ainda que se vire razoavelmente bem. Ao contrário da faculdade, o nome da escola (ou escolas) onde você aprendeu inglês, alemão, espanhol ou seja lá o que for não importa a mínima. A não ser que tenha aprendido morando no exterior — aí, claro que tem que dizer.

13. Conte sua vida lá fora
O relato das suas experiências internacionais pode ser um item à parte ou distribuído ao longo do currículo. Atenção: viagem de férias para Cancún não é sinônimo de experiência internacional. Estamos falando de trabalhar e morar fora do país.

14. Não minta jamais
Não diga que estudou em Harvard ou na Sorbonne se isso não for verdade. A headhunter Zoila lembra de um candidato que já estava nas entrevistas finais e mudava de assunto quando a conversa se encaminhava para o curso de administração que ele dizia ter feito na Fundação Getúlio Vargas.

16. E omitir, pode?
A omissão não é considerada exatamente uma falta grave, afinal, o currículo deve trabalhar a seu favor, e não contra. Confessar algum erro logo de cara pode não ser uma boa tática. “Mas tem que dizer a verdade na entrevista”, diz Prestes Rosa. Transparência é uma qualidade supervalorizada no mundo corporativo (ao menos na hora de entrar na empresa).

17. Você quer mudar de área
Isso costuma ser um problema para muitos profissionais, porque ao mesmo tempo em que eles querem ir para uma área que pouco conhecem, as empresas preferem que eles trabalhem naquilo que dominam. Mudar de área sem mudar de emprego é mais fácil — as empresas modernas incentivam o job rotation. Mas para mudar também de empresa a condição básica é ter as qualificações necessárias para atuar naquilo que deseja.

18. Às vezes, em inglês também
O.k., hoje o domínio de línguas estrangeiras, principalmente do inglês e do espanhol, é fundamental. Mas cometer erros de português, falando ou, pior, escrevendo, pega muito, muito mal. Talvez até pior do que não falar outro idioma. Escrever em bom português, porém, não se resume a não cometer erros gramaticais. Mesmo sendo o assunto pouco inspirador, o texto tem que ser elegante, instigante, gostoso de ler. Um bom professor de português ou revisor resolve os erros de gramática.
Se você vai mandar seu currículo para uma companhia estrangeira, prepare uma segunda versão na língua oficial da empresa. Mas cuidado ao traduzir o seu currículo para outro idioma. Cada um possui estilos e expressões que só quem o conhece bem sabe utilizar. Não hesite em pedir ajuda especializada para essa questão.

19. Apresente-se ao seu chefe
A carta de apresentação personaliza o currículo e serve para esclarecer logo de cara se você é, ou não, uma das pessoas certas para aquele cargo. Prepare-se para escrever diferentes tipos de cartas de apresentação. Se você souber, por exemplo, o nome e cargo da pessoa que você gostaria que fosse o seu futuro chefe, encaminhe seu currículo diretamente a ela. É muito mais simpático e objetivo.
Para ser eficiente, uma carta de apresentação precisa responder a três perguntas básicas: quem sou, o que quero e o que realizei na carreira. Tudo isso em, no máximo, 20 linhas — e terminando com um pedido para ser entrevistado.

20. Não fale sobre salário
Atenção: currículo não serve para fechar negócio, e sim para você ser chamado para a primeira entrevista.

21. É brega mandar uma foto?
É meio estranho, sim.

* Por Marcia Rocha. Matéria publicada na revista VOCÊ S/A, na edição de maio de 2001

domingo, 12 de agosto de 2007

Sugestões de planos de aula

*** Deve ser elaborado os anexos conforme necessidade de cada professor e perfil da turma. Não estão apresentados aqui!

PLANO DE ENSINO 1



Título: Heterônimos de Fernando Pessoa

Duração: 2h/a

Público Alvo: 3º ano do Ensino Médio

Justificativa: Está foi elaborada para que os alunos tenham a oportunidade de entrar em contato com a literatura modernista de forma atrativa e desta forma possam compreender que a literatura existe por que há pessoas que expressam seus sentimentos através dela, assim como um adolescente os expressam em “fakes” do mundo virtual.

Objetivo: Conhecer os Heteronômios de Fernando Pessoa e o porquê de sua importância literária.

Objetivos específicos:
- Perceber as diferenças entre os poemas dos Heteronômios.
- Entender a relação do autor com o período modernista.
- Compreender a diferença entre as palavras: “Pseudônimos” e “Heteronômios”.

Metodologia
- Iniciar a primeira aula com a leitura de trechos dos poemas de Fernando Pessoa (anexo 1)
- Mostrar os diferentes textos de cada um dos Heteronômios.
- Explicar que todos os autores na realidade são uma única pessoa.
- Na 2ª aula, iniciar solicitando que pesquisem nos dicionários da escola qual a diferença entre pseudônimo e Heteronômios.
- Pedir que alguns leiam as respostas que encontraram e que os colegas digam o que entenderam
- Explicar a diferença das duas palavras pesquisadas
- Mostrar as características do modernismo e as características do modernismo e dos poemas de Pessoa.
- Informar a relação existente entre o autor e o modernismo.

Avaliação:
- Participação individual e no grupo

Recursos materiais necessários
- Lousa, canetão, dicionários, livro de literatura (ref. Bibliográfica anexa), cadernos e canetas.

Anexos:


Referências Bibliográficas
ABAURRE, Maria Luiza. PONTARA, Marcela Nogueira. FADEL, Tatiana. Português: língua e literatura. 2ª Ed. São Paulo, Editora Moderna. 2003.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. O minidicionário da Língua Portuguesa. 4ª Ed. 5ª impressão. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 2002.




PLANO DE ENSINO 2


Título: Sarau de poesias

Duração: 2h/a

Público Alvo: 9º ano do Ensino Fundamental

Justificativa: Oportunizar o contato com a poesia de forma agradável mostrando que há muitas formas de expressar os sentimentos.

Objetivo: Através de um sarau preparar os alunos para as aulas de literatura do Ensino Médio, quando terão um contato maior com a literatura poética.

Objetivos específicos:
- Perceber que a poesia é expressa e escrita de muitas formas.
- Entender o mundo da poesia como vivo e com regras que identificam estilos embora todas poesias expressam os sentimentos de quem as criou.
- Compreender que ler poesia pode ser prazeroso.

Metodologia
- Iniciar a primeira aula com a leitura de varias poesias trazidas pelo professor (anexo 1)
- Solicitar que cada aluno fale o que entendeu das poesias que ouviram
- Solicitar que escolham poesias na internet, imprimam e leiam para a próxima aula, preparando-se para apresentar aos colegas da forma como mais lhe agradar, desde que seja falada.
- Na segunda aula, iniciar preparando um ambiente agradável em sala de aula. Os alunos sentados em um tapete grande com almofadas e com música ambiente para a leitura das poesias escolhidas.
- A professora inicia declamando uma poesia e posteriormente convida todos a lerem um a um suas poesias. Ao final de cada leitura todos batem palmas.
- Após as leituras das poesias escolhidas cada aluno deve tirar de uma caixa poesias selecionadas pela professora e devem ler na roda em que estão. (anexo 2)
- Finalizar perguntando como se sentiram ao ler poesia desta forma.

Avaliação:
Participação individual e no grupo.

Recursos materiais necessários
- Tapete, almofadas, poesias impressas e colocadas em uma caixa, internet, impressora, papel oficio, musica ambiente e aparelho de som.

Anexos:

Anexos 1:



Anexos 2












Referências Bibliográficas

ANDRADE, Carlos Drummond. Reunião. 4ª Ed. Rio de Janeiro. 1973.
ERNANI & NICOLA. Lingua, literatura e redação. 4ª Ed. São Paulo. Ed. Scipione. 1997.
FARACO & MOURA. Língua e literatura. Vol. 2. 17ª Ed. São Paulo. Editora Ática. 1991.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. O minidicionário da Língua Portuguesa. 4ª Ed. 5ª impressão. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 2002.
GONZAGA, Sergius. Manual de Literatura Brasileira. 10ª Ed. Porto Alegre. Editora Mercado Aberto. 1993.
MORAES, Vinícius de. Antologia Poética. 7ª Ed. Rio de Janeiro. 1960.
PINTO, Alfredo Clemente. Seleta em Prosa e Verso dos melhores autores brasileiros e portugueses. 56ª Ed. Porto Alegre, Martins Livreiro. 1982.



PLANO DE ENSINO 3


Título: Criando um novo fim.

Duração: 3h/a

Público Alvo: 7º ano do Ensino Fundamental

Justificativa: Tendo em vista que a produção de texto muitas vezes é tida como um desprazer, através da recriação de histórias já vividas com novos fins possibilita ao aluno vivenciar através das linhas situações que não foram positivas, agora, de forma agradável, como tivesse realmente tido um fim melhor.

Objetivo: Estimular a produção de textos.
Objetivo específico:
- Verificar os conhecimentos linguísticos, leitura e contextualização social.

Metodologia
- Iniciar a 1ª aula conversando com os alunos sobre as coisas que eles gostam e o que não gostam. Questionar porque gostam ou não, se já fizeram ou comeram o que não gostam, se o desconhecido lhes dá medo ou não.
- Formar as duplas e pedir que apontem em seus cadernos o que foi conversado.
- Iniciar a 2ª aula questionando-os sobre o que apontaram na última aula e pedir que se unam em grupo novamente.
- Solicitar que contem ao colega um acontecimento que não gostaram e um que gostaram.
- Pedir que construam um novo fim para o acontecimento envolvendo o colega.
- Terceira aula, levá-los para o laboratório de informática e solicitar que digitem suas histórias e anexem imagens que podem representar os acontecimentos envolvidos.

Avaliação:
Participação individual e da dupla.

Recursos materiais necessários
- cadernos, canetas, laboratório de informática, imagens diversas.

Anexos: inexistentes.

Referências Bibliográficas
CAPUTO, Angelo Renan Acosta. BARBOSA, Claudia Soares. KRAS, Clea Silvia. CORREA, Vanessa Loureiro. Linguistica Aplicada. 1ªEd. Curitiba/PR. Editora Intersaberes. 2013.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. O minidicionário da Língua Portuguesa. 4ª Ed. 5ª impressão. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 2002.



















PLANO DE ENSINO 4

Título: Estudando o romantismo.

Duração: 2h/a

Público Alvo: 2º ano do Ensino Médio

Justificativa: Propiciar ao aluno um contato com as características do romantismo de forma a estimulá-lo, a saber, mais.

Objetivo: Compreender o que foi o período romântico.

Objetivos específicos:
- Interpretar os textos do período romântico.
- Entender o que estava acontecendo no mundo neste período literário.
- Compreender a ligação artística da literatura com a realidade da história.
- Perceber o saudosismo vivido pelos autores deste período.

Metodologia
- Iniciar a 1ª aula conversando com os alunos sobre o que estava acontecendo no mundo quando o romantismo estava acontecendo.
- Solicitar a leitura do capítulo sobre romantismo do livro de literatura (anexo 1).
- Iniciar a 2ª aula solicitando que façam um resumo dos principais pontos das leituras da aula anterior.
- Ler com os alunos os trechos dos livros de autores românticos impressos neste capítulo.
- Pedir que construam um novo fim para o acontecimento envolvendo o colega.
- Solicitar que falem o que compreenderam de cada leitura e pedir que apontem em seus cadernos as características do romantismo que percebem em cada texto.
_ Listar na lousa as características apontadas por eles mais alguma outra ainda não mencionada.
- Finalizar solicitando que respondam as questões do livro e fazendo as correções destas seguidamente pouco antes do término da aula.

Avaliação:
Participação individual.
Cadernos com as tarefas realizadas.

Recursos materiais necessários
- cadernos, canetas, livro de literatura, lousa e canetão.

Anexos:

Anexo 1 – Livro adotado: CEREJA, William Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português – Linguagens2. 7ª Ed. São Paulo. Ed. Saraiva. 2010.


Referências Bibliográficas
CEREJA, William Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português – Linguagens2. 7ª Ed. São Paulo. Ed. Saraiva. 2010.

PLANO DE ENSINO 5


Título:

Duração: 2h/a

Público Alvo: 1º ano do Ensino Médio

Justificativa: Tendo em vista que para muitos alunos a poesia é considerada de pouco valor, cabe introduzir o conhecimento da real importância de uma poesia representando a época em que foi escrita.

Objetivo: Valorização da poesia.
Objetivo específico:
- Conhecer diversos gêneros poéticos.
- Trabalhar a leitura.
- Compreender o período histórico barroco no Brasil e o momento vivido pelos brasileiros.

Metodologia
- Iniciar a 1ª aula mostrando poesias líricas, satírica e religiosa.(anexo1)
- Formar trios e solicitar que criem poesias (uma lírica, uma satírica e uma religiosa).
- Pedir que leiam para os colegas e perguntar as diferenças entre cada tipo de poesia, criando um quadro na lousa com o que for mencionado pelos alunos.
- Iniciar a 2ª aula questionando-os o que se lembram da aula anterior. Apontar as características da poesia barroca.
- Falar sobre este período literário e o que estava acontecendo no Brasil quando este ocorreu.
- Mostrar novamente as poesias da aula anterior, falar quem são os autores e o que eles queriam mencionar através delas.

Avaliação:
Participação individual e da dupla.

Recursos materiais necessários
- cadernos, canetas, livro de leitura, lousa e canetão.

Anexos:
Anexo 1 – Livro adotado: TORRALVO, Izeti Fragata. MINCHILLO, Carlos Cortez. Linguagem em Movimento 1 – 1ªEd. São Paulo. Editora FTD. 2010


Referências Bibliográficas
CORREA, Vanessa Loureiro. Linguistica Aplicada. 1ªEd. Curitiba/PR. Editora Intersaberes. 2013.





sábado, 11 de agosto de 2007

Desejo Realizado





Saiu do médico onde esta fazendo o velho check-up, quando quase em frente a clínica, um carro vermelho, destes moderninhos, para. O homem que está dirigindo lhe chama. Como não tem o hábito de olhar, se não a chamarem pelo nome, resolve não dar importância. No entanto, ele diz seu nome. É um conhecido. Cá pra nós, é muito sensual.
Ela lhe cumprimenta. Ele pergunta pra onde ela vai que a levará. Já cansada de andar, resolve aceitar a carona. Ao descer do carro, ele lhe pergunta se pode pegar seu telefone, ela dá.
Dias passam até que ele lhe telefona. Pergunta se podem se ver. Ela dá uma desculpa qualquer. Tempos depois, andando pela rua se vêem. Logo em seguida, ele lhe telefona. Pergunta se então é possível se encontrarem. Mais uma vez, é agraciado com outra resposta nada favorável. No entanto, a cabo do destino, eles se encontram no escritório dela. Ela o ajudará com seus documentos.
Estão conversando no sofá, frente a frente, quase de forma inocente se não fosse a pulsação visivelmente mais acelerada em ambos, quando este ousado homem lhe beija.
Foi o mais delicioso beijo dos últimos tempos. Um longo e agradável beijo, desses que seu coração dispara e o corpo amolece. As mãos másculas percorrem seu corpo. Seus lábios mordem levemente sua nuca descendo até seus seios. Ela lhe beija passando vagarosamente a língua em seu tórax até que... São interrompidos com alguém que chega. Mal conseguem disfarçar o desejo de seus olhos. Ele vai embora.
Passado um tempo, ela está cuidando de seus afazeres domésticos quando uma motinho, dessas que alguém de estatura grande desaparece em cima, chega à frente de sua casa. Ela o vê e sorri da cena engraçada daquele homem imenso numa vespa.
Ele entra e sem palavras, sem pedidos ou insinuações, se beijam e despem as vestes na sala. Tudo como se a muito não se vissem e tivessem anos de convivência.
Amam se ali, depois se amam na cama. Sente ser a mulher mais bela e desejada do mundo.
Beija e toma o que ela lhe oferece até levá-la a loucura. Ela devolve o prazer desse seu amor. Deitam se. Gozam o prazer de deuses na loucura do amor.
Assim, durante algum tempo, sem compromissos, sem cobranças, sem futuro ou passado, apenas seres do presente sublime de amor unem seus corpos.
Todavia, um dia, por algum motivo, sem causa aparente, mas necessidade da vida, cada um toma seu rumo com seus pares.
Esses momentos ficam em suas memórias como realizados desejos secretos de amor.


quinta-feira, 5 de julho de 2007

Esquadrilha Abutre





Tinha também, a Esquadrilha Abutre com o Dick Vigarista; Klunk; Muttley; O Pombo; Zilly. Eram interessantes as armações do Dick Vigarista pra pegar o pombo. Alguns amigos de adolescência me chamavam de Mutley por causa da risadinha que ele dava. “Nunca entendi o porquê.” rsrsrs



quinta-feira, 28 de junho de 2007

Lippy e Hardy






O desenho de Lippy e Hardy era um Leão e uma hiena pessimistas e vivendo suas aventuras ! A hiena dizia: "Oh dia, Oh céu, Oh Azar... "

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Olho Vivo e Faro Fino




O desenho do Olho Vivo e Faro Fino eram um gato e um rato detetives particulares que resolvem os mais inusitados casos.



O desenho do Bibo Pai e Bobi filho que eram cachorros vivendo mil confusões.



quinta-feira, 3 de maio de 2007

CORRIDA MALUCA




O desenho da Corrida Maluca era uma corrida com pilotos muito loucos, tentando a qualquer custo vencer e conquistar o título de piloto mais biruta do mundo! Nesse desenho eu adorava imaginar que eu era a Penélope Charmosa em seu carro cor-de-rosa tentando ganhar a corrida, ajudada pela Quadrilha da Morte quando o Dick Vigarista tentava prendê-la. Eu adorava o desenho.

sábado, 28 de abril de 2007

MAGUILA





O desenho do Maguila era um gorila que ficava em uma loja de animais criando muita bagunça e esperando um dono. Tinha o dono da loja o Mr. Peebles e a Oreu, uma menina que gosta do Maguila e vivia tentando comprá-lo

Volte sempre!

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