Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O livro é uma felicidade clandestina

Felicidade clandestina

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.

Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!

E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.

Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.

Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.

Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
Clarice Lispector
. O Primeiro Beijo
. São Paulo, Ed. Ática, 1996

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

PRESTÍGIO GELADÃO



INGREDIENTES

Creme branco:

1 lata de leite condensado
800 ml de leite
200 g de coco ralado
1 e 1/2 colheres (sopa) de amido de milho
1 pitada de sal

Cobertura:

1 lata de creme de leite
12 colheres (sopa) de achocolatado
granulado de chocolate

MODO DE PREPARO

Creme branco:

Misture todos ingredientes, leve ao fogo até formar um creme homogêneo, coloque em uma travessa ou em porções individuais e reserve

Cobertura:

Misture bem os dois ingredientes e jogue por cima do creme branco, não precisa levar ao fogo

Cubra com granulado de chocolate
Sirva gelado

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Brownie

INGREDIENTES:
- 1 Barra de chocolate meio amargo;
- 1/2 xíc. de nescau;
- 1/2 xíc. de margarina;
- 1/2 xíc. de creme de leite;
- 4 ovos;
- 2 xíc. de açúcar;
- 2 xíc. de farinha de trigo;
- essência de baunilha umas 10 gotinhas +-.
1º- Derrete o 3/4 da barra de chocolate meio amargo com o nescau no microondas, depois, junta o creme de leite e a margarina até formar um creme bem brilhante e homogêneo.
2º- Coloca os 4 ovos no liquidificador e por cima o açúcar e deixa bater até formar um creme, sem desligar o liquid. junta umas 3 nozes (sem casaca rsrsrsrs) e a baunilha.
3º- Coloque o creme de ovos numa vasilha e vá ajuntando aos poucos o creme de chocolate já frio e a farinha sempre homogenizando para não formar pelotas de farinha (depois tem que ficar desfazendo com a colhar e dá um trabalhão). Quando estiver tudo homogêneo, a massa fica aerada.
4º- Junta na massa as nozes picadas e o chocolate meio amargos que sobrou picadinho e mechendo devagar pra não perder a aeração da massa.
5º- Coloca pra assar em forma untada com margarina e enfarinhada

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Trufas

TRUFAS


Ingredientes- Para o recheio
500 gramas de chocolate ao leite
1 lata de creme de leite sem soro
1 colher (de sopa) de mel
Para a cobertura
500 gramas de chocolate ao leite

Modo de preparo do recheio
Derreta todo chocolate em banho-maria ou, se preferir, use o forno de microondas. Cuidado para não queimar o chocolate ou passar do ponto. O ponto ideal é quando o chocolate está todo derretido, mas a uma temperatura suportável ao contato com a pele. Acrescente o creme de leite e o mel. Misture bem até obter um creme homogêneo.
Reserve o recheio em um refratário e leve à geladeira por pelo menos duas horas.
Quando o recheio já estiver com uma consistência firme, faça pequenas bolinhas, como se estivesse enrolando brigadeiro. Leve à geladeira novamente e reserve.

Modo de preparo das Trufas
O último passo é cobrir as porções de recheio com o chocolate. Nesta etapa, você vai usar o processo de temperagem para derreter 500 gramas de chocolate.
Quando o chocolate estive na temperatura ideal, banhe os docinhos. Jogue as bolinhas no chocolate, e cubra-as bem. Retire usando um garfo e coloque numa superfície lisa.
Para conseguir um visual mais elaborado, você pode optar por cobrir as trufas com raspa de chocolate ou pó de cacau. Mas espere até que a cobertura esteja quase seca para polvilhar a raspa ou o pó. Isso evita que eles se misturem à cobertura e derretam também.


1. Trufas de chocolate
Rendimento: Mais de 4 pessoas
Tempo de Preparo: 10 minutos

Ingredientes:
- 1 kg / 5 tabletes de chocolate ½ amargo; - ½ lata de creme de leite, sem o soro; - 100 g / ½ tablete de manteiga; - 3 colheres (sopa) de conhaque; - 1 xícara (chá) de chocolate, em pó.

Modo de Preparo:
1.Derreta 500 g do chocolate em banho-maria, ou no microondas. 2. Junte o creme de leite e mexa bem. 3. Adicione a manteiga, em temperatura ambiente, e o conhaque. Misture muito bem e leve à geladeira por 24 horas. 4. Retire da geladeira, faça bolinhas e volte à geladeira por mais 1 hora. 5. Derreta o resto do chocolate em banho-maria, ou no microondas, e deixe amornar. 6. Mergulhe as bolinhas de trufas no chocolate derretido, passe no chocolate em pó e leve para gelar por mais 1 hora.



2. Trufas de Coco
Rendimento: Mais de 4 pessoas

Ingredientes:
- 2 xícaras de creme de leite fresco; - 3/4 de xícara de coco ralado; - 700 g de chocolate branco picado finamente; - 500 g de chocolate meio-amargo derretido em banho-maria; - 100 g de manteiga amolecida.

Modo de Preparo:
Misture o creme de leite ao coco ralado. Leve à ferver em uma panela. Deixe esfriar por 30 minutos e passe em uma peneira, descartando o coco. Leve o creme para ferver uma segunda vez. Coloque o chocolate branco em uma tigela e acrescente o creme de leite quente. Bata até que o chocolate tenha derretido e a mistura esteja homogênea. Acrescente a manteiga e bata até misturar bem. Deixe esfriar a mistura, leve à geladeira até gelar. Com uma colher pequena (de preferência uma colher para fazer bolinhas de frutas) faça bolinhas da mistura de creme do tamanho de cerejas. Mergulhe cada bolinha, rapidamente, no chocolate meio-amargo derretido e depois coloque-a sobre papel-manteiga. Deixe esfriar até endurecer a cobertura de chocolate.




3. Trufas de framboesa
Rendimento:
Mais de 4 pessoas

Ingredientes:
- 300 g de polpa de framboesa; - 700 g de chocolate ao leite; - 80 g de açúcar invertido (ou mel); - 100 g de manteiga; - 30 g de álcool de framboesa; - 200 g de cacau em pó.

Modo de Preparo:
Pique o chocolate. Ferva a polpa com o açúcar invertido e coloque no chocolate, misture e acrescente manteiga e álcool. Coloque na geladeira até endurecer e formar bolinhas. Derreta os 500 gramas de chocolate amargo no banho-maria e acrescente 100 gramas de chocolate amargo picado. Misture bem. Mergulhe as bolinhas no chocolate e coloque-as no cacau em pó. Peneire e sirva.



4. Trufas de Laranja
Rendimento: Mais de 4 pessoas
Informações sobre a receita: Para decorar você pode utilizar tirinhas de casca de laranja: corte a casca da laranja, somente a parte amarela, em tirinhas bem fininhas, com ajuda de uma tesoura ou faca bem afiada. Coloque sobre cada uma das tarteletes.

Ingredientes:
Para a massa de trufa: 250ml de creme de leite fresco, 400g de Cobertura de Chocolate ao Leite, casca fina de 1 laranja, 4 colheres (sopa) de licor Grand Marnier. Para banhar: 600g de cobertura de chocolate ao leite, picada, cacau em pó

Modo de Preparo:
Coloque o creme de leite fresco numa panela média e leve ao fogo baixo até iniciar a fervura. Retire do fogo e acrescente 400g de chocolate, picadinho e mexa até dissolver totalmente. Reserve. Corte a casca de laranja, somente a parte amarela, em tirinhas bem fininhas, com ajuda de uma tesoura ou faca bem afiada. Leve-as ao fogo baixo numa frigideira pequena e, com uma colher de pau, vá remexendo, para que o calor se distribua por igual e se desenvolva o aroma dos óleos da casca. Não deixe queimar, para não amargar. Retire do fogo e deixe esfriar. Misture as raspas de laranja (reserve um pouco para decorar) e o licor à massa de trufa e leve-a à geladeira por uma noite. Modele as trufas com a ajuda de 2 colheres (chá). Evite o contato com as mãos, para que elas não "derretam" e mantenha-as na geladeira até o momento de banhar. Derreta os 600g de chocolate restante em banho-maria, misturando com uma espátula até que cerca de 2/3 dele tenha derretido. Retire-o do banho-maria e continue mexendo, até derreter completamente. Despeje o chocolate num refratário limpo e seco e sobre ele, acomode um prato contendo água fria, para acelerar o resfriamento. Misture com uma espátula até que, provando uma pequena porção no lábio inferior, você deve sinta que ele está "frio". Mergulhe as trufas neste chocolate, escorra o excesso e leve à geladeira por 5 minutos, para secar. Envolva as trufas no Cacau em Pó e acomode-as em seguida em forminhas ou na caixa em que for servir, não esquecendo da decoração com uma tirinha de casca de laranja.


5. Trufas Brancas
Rendimento: Mais de 4 pessoas

Ingredientes:
1 embalagem de Cobertura de Chocolate Branco, picada (500g), ½ xícara (chá) de creme de leite fresco, ¼ xícara (chá) de suco e as raspas de 1 limão.

Modo de Preparo:
Comece preparando a massa das trufas: leve ao banho-maria o creme de leite junto com a metade do chocolate picado (250g), misturando até formar um creme liso e uniforme. Retire do fogo, junte o suco e as raspas de limão e misture bem. Leve à geladeira por cerca de 3 horas, para ficar bem firme. Modele as trufas com a ajuda de 2 colheres (chá) e acomode-as numa bandeja forrada com papel-alumínio. Mantenha-as na geladeira até o momento de banhar. Prepare a cobertura: derreta a outra metade do chocolate em banho-maria, retirando do fogo bem antes da água ferver, e misture com uma espátula até que ele fique completamente derretido. Passe o chocolate para um outro refratário e acomode-o dentro de uma assadeira contendo água fria. Misture continuamente até que, ao colocar uma pequena porção de chocolate no lábio inferior, você sinta que ele está "frio". Banhe as trufas no chocolate e retire-as com um garfo, escorrendo o excesso. Leve-as para secar na geladeira por 5 minutos e em seguida acomode-as em forminhas ou na caixa em que for servir, cuidando para que fiquem em local ventilado, longe da luz e do calor.



6. Trufas Recheadas com brigadeiro e cereja Sobremesa Doce
Rendimento: 60 unidades
Tempo de preparo: 1h e 30 minutos Tempo de cozimento: 20 minutos
Diet: Não Light: Não Natural: Não

Ingredientes (Geral)
500grs. de chocolate branco
1caixinha de creme de leite sem soro (250g)
1 colher (sopa) de essência de cereja
2 colheres (sopa) de rum

Ingredientes (Recheio)
1lata de leite condensado
1 colher (sopa) de margarina
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
35 cerejas escorridas e cortadas ao meio
Ingredientes (Cobertura)
500grs de chocolate ao leite

Preparo (Geral)
Derreta o chocolate branco com o creme de leite, junte o restante dos ingredientes, mexendo bem, espere esfriar e leve a geladeira por aproximadamente cinco horas.

Preparo (Recheio)
Misture todos os ingredientes e leve ao fogo baixo, sem parar de mexer, até soltar do fundo da panela.
Despeje em uma travessa úmida e deixe esfriar.
Enrole os brigadeiros com as mãos untadas, colocando metade de uma cereja no meio e assim enrolando e em seguida leve a geladeira para que fique mais firme.

Preparo (Cobertura)
Derreta o chocolate ao leite e mexa até que esfrie, em seguida banhe as trufas

Dicas
Fica mais fácil fazer as trufas um dia antes e banhar no outro dia.


7. Trufas Brancas
- 100 gr de chocolate branco
- 1 colher(es) (sopa) de creme de leite
- 1 unidade(s) de gema de ovo
- 1 colher(es) (sopa) de manteiga
- 1 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar de confeiteiro
- 1 colher(es) (sobremesa) de rum

Pique o chocolate, coloque em um refratário e leve ao microondas por 2 minutos na potência média. Acrescente o creme de leite ao chocolate e mexa bem. Junte a gema e a manteiga, batendo bem até a manteiga derreter. Adicione o rum, se usá-lo, e misture bem. Junte o açúcar de confeiteiro aos poucos, deixando a massa bem firme. Leve para gelar. Faça bolinhas iguais e passe-as em açúcar de confeiteiro.

A leitura do mundo precede a leitura da palavra

A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu me senti levado – e até gostosamente – a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo.

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 22 ed. São Paulo: Cortez, 1988.  

domingo, 5 de janeiro de 2014

PÉTALAS DE CEBOLA EMPANAS




1 - corte a tampa e tire a raíz cuidadosamente para não estragar a cebola, pois ela ficará unida no final apenas pela parte debaixo
2 - Corte em 4 pedaços até a 1 ou 2 cm da parte de baixo, depois corte ao meio cada um dos pedaços e assim sucessivamente até ficar com pétalas de 1,5 cm ou 2 cm
3 - numa bacia de plástico funda, coloque farinha de rosca e delicadamente com as mãos vá jogando na cebola inteira, deixe cair o excesso
4 - faça uma mistura com 2 ovos , 1/2 copo de bar de leite, sal a gosto, bata muito bem e delicadamente coloque a cebola na mistura até q fique bem enxarcada , vire de lado e faço o mesmo. Deixe q escorra o excesso alí mesmo
5 - volte para a bacia com a farinha de rosca e cubra novamente a cebola toda com essa farinha
6 - numa panela bem funda coloque óleo e deixe esquentar bem, deixe no fogo mínimo e mergulhe a cebola de ponta cabeça e deixe fritar até q esteja bem douradinha, vire e frite o outro lado, depois deixe escorrer num papel toalha
7 -coloque num prato reto, retire as pétalas do meio e enfeite com uma travessinha do seu molho preferido

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

DONA RÃ


Certo dia, havia uma rã com muita fome, mas havia suas amigas formigas alegres.  Dona rã resolveu ir até o lago para ver se tinha uma mosca, ou qualquer bichinho para ela comer. Bom  suas amigas resolveram ir  junto.Elas começaram a cantar e a brincar .Dona rã já tava entrando no clima da brincadeira.

        No meio do caminho, perto do lago, tem uma casinha  bem pequena que mora um louva-deus .Ele  esta na frente de sua casa deitado na sua rede.Seus amigos chegaram lá na casa dele pra perguntar se ele queria ir junto até o lago mas ele falo;

-meus amigos queridos!Não vou poder ir junto porque estou com muita preguiça.

                  E todos  falaram ...

- Ai meu deus!

-As formigas começaram a cantar uma música para ele!

-oh louva-deus ta com preguiça, ta com preguiça, ta com preguiça (2x)

         E assim eles foram cantando até, ele decidir ir junto. O louva-deus deu um grito que ele  resolveu ir junto..

Para chegar até o lago, eles precisaram passar pelo matagal e pelos canários rabugentos.

Eles já haviam ter passando pelo matagal e só faltavam os canários rabugentos.

Bem, antes de chegar perto da casa dos canários rabugentos.

Havia amiga deles a dona minhoca.

Resolveram chegar lá no buraco de dona minhoca. Mas dona minhoca não tava. Eles resolveram seguir à diante, mas dona                                                                                                                                       

  lembrou que  havia um buraco onde dona minhoca já não ocupava mais.Dona rã chegou ao lago comeu sua comida,

E seus amigos também comeram comida. E todos viveram felizes para sempre.!
                                             FIM...                          

         Moderninha




 

A rã


Era uma vez uma formiga alegre. Ela foi caminhar e de repente, apareceu a rã com aquela fome comeu a formiga.

E, a Rã foi caminhar pra ver se não tinha outra coisa pra comer e viu o louva-deus.

Daí, a Rã falou:

- Vou te comer.

E o louva deus disse:

- Mas eu não vou deixar

- Ah, que pena!

E o louva-deus foi embora. E, a Rã falou:

- Vai mesmo se não vou ti comer.

-Tá. Já tô indo pra minha casa ver se o canários rabugentos estão lá.

- Oi,  canários. Vocês nem sabem da maior. Vocês não vão pra floresta hoje.

Os canários falaram:

- Por que não?

- Por que a Ra com muita fome ta lá.

- Eu não vou La nem pensar.

- Tá bom.

- Vamos dar uma volta por ai.

- Sim

- Pode ser.

- Vamos ir na casa das formigas. Quando chegam lá a mãe da formiga fala:

- Vocês não sabem que as formigas morram. 

- A Rã comeu elas.

- O que eu não sabia, eu sé sabia que a Rã comia animais, mas não formigas.

- Sim, a Rã come de tudo. Tá bom mãe formiga

- Valeu pela ajuda TCHAU..

MAIA




Rã preguiçosa e seus amigos


Durante muito tempo atrás havia algumas formigas, alegres num bosque assustador.

Ali elas brincavam felizes sem que nada de ruim acontecesse.

De repente, um louva-Deus  cansado e preguiçoso acompanhado de uma  rã com fome pararam onde aquelas formigas felizes  e alegres brincavam .

Pediram para as pobres formigas que procurassem comida para eles. Elas foram, mas com uma condição, que elas pudessem comer junto com eles.

 







Eles deixaram. Falaram então rápido estamos com fome. E, elas foram procurar o alimento.


Saíram logo. E, logo voltaram com um monte de comida. Ali, elas felizes comeram sua comida deliciosa e gostosa.

 

RE

A RÃ


ERA UMA VEZ UMA Rà  QUE  ESTAVA   SEMPRE  COM  FOME.   ESSA     MORAVA  NUMA  FLORESTA,     PERTO  DE  CANÁRIOS  RABUGENTOS  QUE  CHAMAVAM   A    DE  MORTA  DE FOME.






 

 PERTO  DALI  HAVIA  UM  LOUVA -DEUS  MUITO  PREQUIÇOSO .

 A Rà PEDIU  QUE  ELE  FOSSE  ATÉ  AS  FORMIGAS  ALEGRES   E  AS   CONVIDASSEM   PARA  JANTAR.  MAS,  QUEM  SERIA  O  JANTAR ?  SERIA  ELAS?

SÓ QUE  AS  FORMIGAS  MORAVAM    MUITO  LONGE   E O  LOUVA-DEUS     NÃO  QUIS   IR  POR  SER  PREQUIÇOSO.  
 
ENTÃO,  A    DECIDIU IR  ATE  LÁ. NO ENTANTO,  NÃO  SABIA  QUE  AS   FORMIGAS   ALEGRES  ERAM  CANIBAIS   E    EXISTIAM  MUITAS   FORMIGAS .

CHEGANDO  LÁ,  AS  FORMIGAS  A  CONVIDARAM  PARA  ENTRAR  E  A     ENTROU.

 AS   FORMIGAS  SE  CHAMAVAM   DE  ALEGRES     PARA ATRAIR  AS  VÍTIMAS. ELAS TROCARAM   OLHARES  E  FIZERAM  UMA  EMBOSCADA , CERCANDO  A  RÃ,   SEGURARAM  AS  PATAS  E A  DEVORARÃO  A  RÃ.

FIM
 
Dragon W.

Volte sempre!

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