Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

terça-feira, 7 de abril de 2009

Massa para docinhos de festa

INGREDIENTES

3 xícaras (chá) de farelo de bolo peneirado - 1 xícara (chá) de açúcar refinado - 1 xícara (chá) de coco ralado - 1 colher (sopa) de mel - Meia xícara (chá) de leite condensado - tubo de PVC com 3,5 cm de diâmetro






MODO DE PREPARO

1º - Numa tigela misture o farelo de bolo peneirado, o açúcar refinado, o coco ralado e o mel até formar uma farofa. Aos poucos, adicione o leite condensado e vá amassando até ficar uma massa maleável e que desprenda da tigela. Reserve. DICA: Pode aromatizar a massa com essência de baunilha, ou de amêndoas ou de sua preferência
2º - Pegue um tubo estreito de PVC (3,5 cm de diâmetro), limpo e seco e corte moldes com 2 cm de largura. 
3º - Pegue uma porção da massa, faça uma bolinha e passe no açúcar cristal (para desenformar com facilidade). Coloque esta bolinha dentro do molde de PVC, e forre todo molde. Coloque o molde numa superfície lisa e com o auxílio de uma tampa de menor diâmetro, pressione a massa, para marcá-la. Retire a massa do molde e recheie com o recheio de sua preferência (doce de leite, brigadeiro, ganache, creme de confeiteiro, baba de moça). Decore como desejar.

Cocadinha

INGREDIENTES


1 lata de leite condensado
100g de coco ralado seco
1 xícara (chá) de açúcar
1 colher (café) de manteiga


MODO DE PREPARO




Numa panela coloque o leite condensado, o coco ralado seco, o açúcar e a manteiga. Leve ao fogo baixo e mexa até o açúcar derreter e a mistura desgrudar do fundo da panela (cerca de 7 minutos). Aumente o fogo e mexa rapidamente por cerca de 2 minutos. Retire a panela do fogo, coloque-a sobre o mármore e bata vigorosamente por cerca de 2 minutos. Com uma colher de sobremesa (ou de café) pegue pequenas porções de massa e vá colocando numa superfície lisa e untada com manteiga. Deixe as porções esfriarem. Depois envolva-as no coco ralado e sirva a seguir.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dança do Ventre para gordinhas

Não é fácil sair do sedentarismo e permitir se entregar a uma nova arte e a um novo estilo de vida. Para quem é gordinha, se imaginar com uma roupa de dançarina do ventre, se apresentando com charme, sensualidade e elegância, pode ser difícil de se concretizar.

Já vi pessoas comentarem que as gordinhas são mais lentas, desajeitadas, não têm fôlego para dançar muito tempo e que sofrem dos joelhos.

Qualquer pessoa de vida sedentária tem essa dificuldade no começo, gorda ou magra. Sinceramente, o que mais atrapalha é a nossa mente, sejamos gordas ou magras.

Se você se empenha, gosta do que faz, algo bom acontece, nós é que estragamos quando não nos consideramos capazes. Ter o pensamento de “gorda” atrapalha no desempenho, achar que irão rir da dança. Só que ser gordinha deixa alguns movimentos muito mais graciosos, coisas que as muito magras sofrem para fazer aparecer.

Culturalmente, as dançarinas do ventre do oriente são mais gordinhas, os árabes valorizam as mulheres “avantajadas”, é uma questão cultural: sinal de saúde, nobreza e que ela seria uma ótima mãe.

Uma das bailarinas mais famosas, Fifi Abdo, tem um corpo lindo e as mulheres mais "cheinhas" e mais velhas são consideradas as melhores bailarinas, por já possuírem bastante experiência de vida e poder transmití-la na dança. Possuem mais capacidade de realizar uma "Interpretação Musical".

Engana-se quem idealiza que para se dançar, é preciso ser nova e esbelta.

Mas não está dentro dos padrões ocidentais e esses, infelizmente, têm influenciado no corpo das bailarinas do mundo todo.

Hoje, comercialmente falando, há muito preconceito com as gordinhas. Não importa se arrasam, o que importa é que é gorda. Se é magra, pode ser uma dançarina ruim, mas é magra.

Muitas mulheres se sentem insatisfeitas com seu corpo, achando-se gordas demais, magras demais, barrigudas, velhas, etc.

E com a mídia dando versão da mulher perfeita e inatingível, "obriga" cada vez mais através de cirurgias plásticas, ginástica, pílulas, etc - a procura de um corpo perfeito, esquecendo do verdadeiro valor.

Através da dança, a mulher redescobre o universo feminino, aprende a se gostar mais, aflora sua beleza, muda sua postura e desenvolve uma magia única e individual. É uma dança para todas as idades e todos os tipos físicos.

Na dança do ventre não existe mulher feia. As roupas, os movimentos, as maquiagens exóticas e o que você passa ao público enquanto dança, deixam-na mais bonita, sensual e atraente...


fonte: Monah
www.monahbellydance.com

Seja gorda ou seja magra a celulite sempre vem

A celulite é um transtorno da capa mais profunda da pele que afeta mais de 90% das mulheres. Sejam gordas ou sejam magras a celulite sempre vem, e assim como no caso das estrias ela não tem cura e os tratamentos são apenas paliativos.

A celulite é provocada pela retenção de água, gordura e toxinas pelas células hipodérmicas. As causas podem ser muitas, problemas hormonais, estresse, má postura.
E o desespero é tanto que muitas mulheres recorrem a falsas soluções tentando eliminar esse mal. A lipoaspiração é uma delas, alem de não adiantar nada, ela ainda pode piorar a situação, a celulite é uma inflamação e a cirurgia pode irritar e inchar ainda mais as células. Uma dieta muito estrita, também não elimina a celulite, porque ela não depende de hábitos de alimentação a não ser indiretamente.

No entanto tem técnicas que ajudam a melhorar, como a massagem, se bem a mesma não chega à capa aonde a celulite se origina. Praticar exercício físico ajuda e muito, mas deve ser acompanhada de um tratamento ou pode piorar ainda mais o aspecto das áreas afetadas. A cafeína é também uma aliada.


Extraído do: http://www.lazerbeleza.com/2009/01/23/seja-gorda-ou-seja-magra-a-celulite-sempre-vem/

Os cabelos da mulher depois dos 40 anos




O que ocorre de importante é uma diminuição na oleosidade do couro cabeludo, podendo dar a impressão de um cabelo mais quebradiço e seco, pois obviamente a diminuição da oleosidade se reflete no fio de cabelo.

Como o climatério varia quanto à sua chegada, esta idade parece estar mais associada aos 50 anos.

Já aos 60 anos por uma diminuição maior dos hormônios femininos.

Pode ocorrer então a diminuição importante do volume dos cabelos que se tornam também mais finos.


- mudanças hormonais

Sem dúvida é a falta ou diminuição do estrógeno (hormônio sexual feminino ) o fator mais importante e que pode levar muitas mulheres à diminuição do volume dos cabelos.


- Fatores externos

As causas externas como tinturas, alisamentos, poluição e outros também influenciam na aparência do fio, e mais ainda, nesta fase torna-se mais freqüente o tingimento do cabelo com produtos químicos, o que agrava ainda mais o problema.


- Os cabelos brancos

A canície (cabelo branco) é determinada geneticamente e seu aparecimento é variável quanto à idade, de pessoa para pessoa.

A tintura torna-se então mais freqüente para encobrir os cabelos brancos, o que passa a danificar mais o fio.

Entretanto, hoje em dia existem cada vez mais e melhores produtos que tentam minimizar este problema.


- Tipos de cabelos

Alguns cabelos geneticamente são melhores constituídos e vão sofrer menos com quaisquer variações.

Cabelos crespos ou muito finos ou ainda escassos que sofreram durante a vida toda por estas características vão sofrer ainda mais com a chegada do climatério.

Muitos destes casos necessitam ajuda médica especializada.


Dicas para conservar o cabelo bonito:

- Xampús:

Xampús com proteínas e aminoácidos, outros próprios para cabelos tingidos com substâncias que permitem uma maior retenção da tintura ao fio são uma boa dica para manter o cabelo com brilho e tornar menos freqüente o processo de tingimento.

- Máscaras:

Máscaras com colágeno ou hidratações com óleos essenciais também podem ser utilizados.

Como tratamento, se a perda de cabelo é muito importante, podem ser utilizados anti-hormônios masculinos, loções contendo hormônios femininos e como técnica, a mesoterapia capilar, onde introduzimos princípios ativos e enzimas para estimular a circulação do couro cabeludo e a nutrição do fio.

publicada em: http://www.saudenainternet.com.br/portal_saude/os-cabelos-da-mulher-depois-dos-40-anos.php, artigo de Dra. Shirlei Schnaider Borelli - Médica Dermatologista. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia - SBD e Regional São Paulo, membro da Société Française de Mesothérapie, membro da American Academy of Dermatology - AAD.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Curau de Milho

Ingredientes

8 espigas de milho grandes, bem verdes
1 copo de água (aproximadamente) para cada espiga que será utilizada
1 colher (de café) de sal
1/2 kg de açúcar
canela em pó.


Preparo

Primeiramente, corte os grãos de milho rente ao sabugo. A seguir, bata esses grãos no liquidificador, juntando
água na proporção já indicada nos ingredientes. Retire e passe numa peneira muito fina. Acrescente o açúcar e o sal. Despeje numa panela e leve ao fogo forte, mexendo sem parar até que a mistura engrosse. Conserve cozinhando por mais alguns minutos, mexendo sempre com uma colher de pau, para que não se formem grumos. Retire e despeje no recipiente em que vai servir. Deixe esfriar e polvilhe com canela em pó a gosto.

artesanato em latinha

1º – Material utilizado
- Latinhas de massa de tomate (com tampa) de nescau, neston…
(* a lata de massa de tomate ser bem lavada. Passar um pano com vinagre nela toda e deixar secar bem. Se necessário, deixe a tampa de molho na água sanitária, só um pouco, para tirar a mancha da borrachinha que vem por dentro)
- Primer para metais – solúvel em água – (aquarela)
- Base acrílica para artesanato
- Tinta PVA para artesanato em várias cores (acrilex)
- Goma laca incolor (acrilex)
- àlcool (para limpar o pincel)
- Laca acrílica solúvel em àgua (aquarela)
- Aguarrás mineral (para limpar os pincéis, se quiser)
- Rolinho de pintura
- Pincel com cerdar firmes
- Pincel com cerdas macias
- Guardanapo para decoupage
- plástico para apoia as latinhas
- puxador para a tampa

































2º – Passe uma mão de primer na latinha. Deixe secar por três horas.

3º – Passar uma segunda mão de Primer. Deixar secar por três horas.
Latinhas secando.

4º – Passe uma mão de base acrílica. Deixe secar por três horas.

5º – Pinte a lata com a cor da tinta PVA desejada.Se achar que precisa, passe uma 2ª mão.
Deixe a lata secar por 3 horas.
6º – Recorte a figura do guardanapo que deseja utilizar, observando que o guardanapo possui três camadas de papel (já explicado na apostila anterior). Separe as folhas brancas do guardanapo, deixando só a folha com o desenho que é bem fina e deve ser manuseada com todo o cuidado.


7º – Posicione a figura cortada do guardanapo no local onde vai ficar na lata.
8º – Passe então a goma laca incolor por cima da figura cortada do guardanapo, com cuidado para não rasgálo. Não precisa passar por baixo. Quando vai passando por cima, ele já adere na lata.
9º – Para limpar o pincel (com a goma laca) use alcool e depois seque bem.
10º – Para finalizar a lata, use um pincel com as cerdas bem macias e passe uma mão generosa da Laca acrílica. A laca seca rápido, então procure não passar duas vezes no mesmo lugar que fica colando. Se quiser pode passar uma 2ª mão.
11º – Para colar o puxador na tampa, usar cola branca comum.
12º – Para fixar, pressionar o puxador no centro da tampa. Deixar secar bem. Sugestão de venda:
- Latinha amarela e toalha que fiz com a decoupage em tecido e bordado em ponto cruz.
- Pode-se usar a técnica do chuvisco nas tampas.
- Pode-se usar o rolinho para esticar a tinta na lata, só que puxa muita tinta.
Espero que vocês tenham gostado e entendido.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Quibebe

Serve 4 pessoas



Ingredientes

800 g de abóbora madura
3 colheres (de sopa) de óleo
1 colher (de sopa) de cebola picada
1 dente de alho
sal
pimenta-do-reino
1 colher (de sopa) de salsa picada.


Preparo

Aqueça o óleo e, a seguir, refogue o alho socado e a cebola. Acrescente então a abóbora previamente descascada e cortada em pedacinhos, sal e pimenta-do-reino a gosto. Tampe a panela e conserve em fogo brando até que a abóbora comece a desmanchar. Mexa então com uma colher de pau, junte a salsa picada e torne a misturar muito bem. Retire do fogo e sirva quente.Qui

Carne seca com arroz

Ingredientes

600 g de carne-sêca (melhor carne gorda)
2 cebolas de tamanho médio
3 colheres (de sopa) de banha
3 xícaras (de chá) de arroz cozido em água e sal.


Preparo

De véspera, deixe a carne-sêca de molho em água fria.
Depois desse tempo, retire a carne, escorra e corte em pedaços. Escalde na água fervente e enxugue num pano. Derreta a banha e refogue as cebolas previamente picadas. A seguir, frite os pedacinhos de carne-sêca, deixando que dourem bem. Se ainda não estiverem suficientemente macios, despeje água ou caldo fervente aos poucos, até que a carne atinja o ponto desejado. Na hora de servir, arrume parte da carne no centro da travessa, distribua
o arroz cozido ao redor e, por último, espalhe a carne restante em toda a volta.
Pode acompanhar este prato com angu de farinha de mandioca e moino de acarajé.
Nota: Se você quiser, no momento de fritar e cozinhar a carne, adicione 1 kg de quiabos previamente cortados em rodelinhas.

terça-feira, 31 de março de 2009

Recordando anos 80 em meus apetrechos

No meu blog "Ah, infância!", estou postando várias coisas, filmes, desenhos, brinquedos do meu período de infância e adolescência mas não achei que ficaria legal lá minhas recordações sobre roupas de adolescente. Então resolvi postar aqui.



No verão sempre eu dava um jeito de pegar um pedaço de madeira, pregos e linhas coloridas para fazer uma pulserinhas de linha. Aliás minha filha a um tempo atrás andou comprando uma por aí.

Agora se for lembrar de roupas da minha infância e adolescência eu posso dizer que tive e usei coisas que hoje seriam muito estranhas. Vou citar algumas mas antes preciso registrar um artigo que foi vital para minhas pernas serem retas hoje, embora, fosse horroroso ter de usar. Tu não imaginas o que eram as tais botas ortopédicas. Eram pesadas na cor preta e branca. As crianças com problemas de “pé chato”, pernas tortas... tinham de usar muitos anos. Eu usei uma. Foi feita por meu avô que era um hiper super sapateiro. Tirando o fato de meu avô ter feito as minhas botas conforme a receita do médico ortopedista e que eu sempre fui apaixonada por tudo que se referi a ele, de resto, é só horror. As botas eram feias pra caramba. Não as minhas botas ortopédicas mas todas as que existiam na época. As meninas da minha escolinha usavam sapatinhos lindos que eu sonhava todos os dias com o momento de poder ter um nos meus pés.
Talvez seja por isso que hoje em dia, detesto qualquer sapato com um estilo mais masculino, por mais confortáveis que possam parecer. Simplesmente, sou apaixonada por saltos altos, cores e delicados designs.
Agora sim, la vai algumas imagens de roupas que usei nos anos 80 e uma lista de outras coisinhas.


Saia Balonê - minha mãe fez uma lindas em rosa choc e verde limão com renda nas pontinhas.






Calça Semi-Bag – era uma delicia usar, só que tu parecia ter uns 10kg a mais. rsrsrs;




Sandália de plástico com meia soquete prateada; - esses são do tempo da novela da globo Dancing Days, onde a Sônia Braga era a atriz principal.





Calça Deandê – a gente ficava fantástica dentro de uma. Eram listadinhas de preto com branco ou marinho com branco. Tudo colado ao corpo em um cotton de primeira qualidade. A gente passava e tanto os meninos quanto as meninas, babavam. As meninas porque queriam igual e os meninos...

Saruel – é um tipo de calça saia que é moda nos dias de hoje mas eu tinha um lindo branco com uma abertura dos lados da metade das coxas até início da canela. Ele dava um movimento super bonito quando andávamos.



Essas meinhas eu só te digo, ficavam lindas numa bela mini saia ou mini vestido:




calça e jaqueta de tactel – bah, essa era uma mão na roda. Eu tive um conjunto cinza muito legal que agasalhava um monte no inverno. Ele existiu por muitos anos até que foi se exterminando pois eu gostava de usar ele para patinar no inverno. Mesmo não sendo a roupa adequada a patinação.



Melissinha sabor Coca-Cola – eu amava cheirá-la. Hummm delicia.




Botas da Xuxa – Ganhei do meu pai 3 pares no lançamento dos primeiros modelos. Eram lindas, umas com tirinhas de amarrar por cima das botas e outras de babadinhos. Tinha cinza, begê e preta




Roupas estilo New Wave, eram roupas coloridas, verde limão, abóbora, roxas, com muitos quadriculados e nós nas blusas – não lembro quem me deu, se pai ou mãe mas adorei o verão da moda new wave. Tive blusas e calças muito interessantes nas suas modelagens e cores. Um bom exemplo do estilo que eram essas roupas era esse da Madonna, aliás que eu era fã.




Camisas Rato de Praia da OP – essa era linda para usar de mini saia jeans e tênis Nyke.

Calças da OP com bolsos na lateral – complementada com a camiseta

Blusão de lã da Korrigan – esse lembro que o pai me levou até a korrigan pra comprarmos junto com uma calça jeans muito legal, luvas, cachecol e gorro porque naquela noite eu iria para o show do Canta Brasil no Beira Rio e seria uma daquelas noites de inverno rigorosamente frias.

Mochila emborrachada Company – lutei pra conseguir convencer que “precisava de uma”. Consegui.

Blusinhas da Pichuli – era uma marca de Caxias do Sul – RGS que eu amava usar. Eram blusas, vestidos (aliás sou louca por vestidos) que simplesmente tinham um bom gosto inquestionável.

Batbut, uma sandália de couro- tu não vai acreditar mas eu usei essa sandália comprada na Gang com uma camiseta escrito “James Carter permite maconha” com o desenho dela e tudo mais na camiseta. Quem via até que eu parecia com aquela camiseta, jeans e sandália, uma rippie anos 70. Só que eu sempre tive amigos maluquinhos mas nunca curti esse tipo de “praia”

Tênis Nyke de todas as cores – eu amava meus Nikes;
Tênis All Star – bah, esses o pessoal usa até hoje. Eu tinha um creme, um amarelo, um vermelho pra combinar com minhas camisas e suspensórios. Sério, suspensórios. Eu adorava usar uns muito diferentes customizados com minhas minissaias jeans.

Eu juro que usei esse cabelinho:



Conga, Bamba e kichute,amarrar por baixo da sola ou em volta do tornozelo junto com
os uniformes Adidas para Educação Física que tinham listras na lateral e eram azul marinho, eu usei por volta de 9/10 anos de idade. Sinceramente eu gostava.




Relógio Champion para meninas que trocavam as pulseiras. Eu tinha uma coleção de pulserinhas de todas as cores possíveis para complementar a carteira emborrachada OP
e as camisetas da OP. Tá eu seria nos tempos de hoje considerada um pouquinho Patricinha.

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