Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Maravilhosa na arte do amor


Sério! Tem coisas que se contar ninguém acredita. No entanto, a situação foi tão inusitada e como dizer, infeliz, que é impossível não escrevê-la.
Nesses meus dias de caos financeiro e profissional encontrei uma forma de aliviar meu corpo do stress. Saio para andar de bicicleta todos os dias, sem hora certa.
Essa semana peguei minha magrela rosinha e fui passear. Logo que sai de casa, encontrei um senhor muito distinto, embora humilde, mais ou menos nos seus 60 anos também de bicicleta que me cutucou no braço. A cena no mínimo foi engraçada.
Olhei e cumprimentei amistosamente. Nossa relação nunca foi além de um alô e tchau. Todavia, fui abordada com essa fala: Fiquei sabendo que você é maravilhosa na arte do amor.
Na hora fiquei tão chocada com as palavras e sem acreditar no que estava ouvindo. Isso que não sou puritana. Olhei o indivíduo e falei um sonoro: Quê?
Ele repetiu e incrédula, perplexa vi que ele estava acreditando fielmente em suas palavras e o pior, não estava nem bêbado.
Olhei e respondi: Obrigada. Depois a gente se fala.
Imaginem, se obrigada é resposta que se dê?
O susto foi tão grande que “me caiu os butiás dos bolsos moro abaixo”
Mais tarde contei para minha filha e suas amigas a história, elas deram muitas risadas. Brincaram que agora era só montar um clube da noite como o da “tia Carmem”, famoso em Porto Alegre. Claro, todas elas brincando do ridículo acontecimento.
Obviamente, ainda não entendi o que se passou na cabeça daquele senhor.
Fiquei pensando o que lhe fez dizer essas coisas e não encontrei resposta plausível para tal.
Se eu tivesse dinheiro até poderia ser um “dama da noite”. Se eu tivesse um namorado, caso ou alguém nesses 18 meses na pequena cidade em que moro, também seria possível.
Contudo, não tenho emprego, dinheiro, nem alguém. Estou só a muito tempo.
O que será que aconteceu?
Não sei se terei a resposta até porque dificilmente eu o abordarei com a questão mas fica o registro da poderosa, maravilhosa. Adriana na arte do amor.



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