Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

terça-feira, 7 de julho de 2009

Meus brinquedos de infância

Houve alguns brinquedos que marcaram minha infância. Alguns deles foram esses:

O Genius era muito show. Tu tinha que repetir as várias seqüências de cores e sons!



Meu cachorrinho Xodó, eu gostava bastante. Era a pilha. Vinha em uma caixa com um disco para o toca discos.



Vai-e-Vem era bom mas brinquei muito pouco. Era uma bola parecida com a do futebol americano e presa em cordões que a gente abria e fechava, levando dessa forma a bola de uma ponta a outra. As vezes, a pessoa que estava brincando abria ao mesmo tempo que eu, então a bola parava no meio do caminho.



Tinha um negócio que eu adorava, o Espirograf, uma espécie de régua que a gente usava e surgiam desenhos muito bonitos.




A grande incógnita ate hoje, é o Cubo Mágico. Consegui montar duas faces e até quase 3, mas as quatro faces impossíveis pra mim.




O bambolê sempre gostei e conseguia fazer direitinho por um bom tempo. Algumas vezes até usava dois. Hoje, socorro. Uma bolinha de bambolê? Nem consigo fazer girar. rsrssrs



Bah, um brinquedo nojentinho era a Geleca mas que eu adorava tocar na parede aquele trouxo melequento e gelado.



Lembra as galinhas de plástico que botavam ovinhos ? Não sei onde se comprava mas era só apertar a galinha para baixo e saia os ovinhos. Depois eu colocava todos dentro da galinha e brincava novamente. Qual a graça? Sei lá. Era divertido.



Tive um rádio a pilhas com a carinha do Mickey. Era azul e meu pai me deu. Lembro de ouvi-lo a noite com uns 3 ou 4 anos de idade na rua Fernando Machado, local onde morávamos.

E o walkman, era o antecessor do mp3 mas antes dele tinham os gravadores que pareciam tijolos pretos. Eu lembro que adorava ficar em cima da minha cama gravando minha voz e ouvindo depois.

Da época dos ioiôs da Coca-Cola – era tudo de bom. Tinham vários modos de jogá-los. Tu podias fazer o balanço, a estrela, o cachorrinho. Cheguei a fazer alguns.




Lembrei de um Ursinho de Pelúcia PEPOSO e a família: Peposa, Peposinho, minha irmã ganhou os dois menores e minha prima Line o Peposo que foi a maior diversão pra mim quando vi ela abraçada no urso espirrando sem parar. Quando lembramos, sempre rimos da situação. Alérgica ao pelo do ursinho.




Um natal meu tio mais novo ganhou um Ferrorama que era uma versão mais simplista dos trenzinhos elétricos e montou super feliz o brinquedo em uma mesa grande na casa da minha vó. Só que houve um pequeno acidente, rsrsrs, eu tinha uns 8 anos e resolvi ver de pertinho,subi na mesa e quebrei acidentalmente. Com certeza, não foi um bom dia nem pra ele, nem pra mim.



Para finalizar, as fofoletes. Aquelas bonequinhas fofinhas que vinham em um caixinha de tamanho de uma caixa de fósforo. Eu amava colecioná-las e a pouco ganhei 3 da minha filha. lindinhas elas todas.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Seriados de TV brasileiros

Na adolescência, eu não perdia nenhum episódio da "Armação Ilimitada" com o Juba e Lula, dois surfistas, a Zelda namorada deles e o gurizinho chatinho chamado Bacana.




E, a "TV Pirata" era outro programa muito bom. Com piadas inteligentes e personagens divinos como o Barbosa, interpretado por Ney Latorraca na novela "Fogo no Rabo".




Ah, lembrei do “SAI DE BAIXO” com Miguel Falabella, esse além de ser um programa inteligente era tremendamente cômico com interpretações divinas. Aliás, o elenco era divino.

Volte sempre!

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