Entre os jogos e brinquedos da infância, os que marcaram muito foram esses:
Joguei muito com meus avós paternos. O Jogo de Ludo que podia ser jogado por até 4 pessoas. Cada um com um pino de cor diferente (vermelho, verde, azul e laranja) , o objetivo era dar a volta no tabuleiro e chegar até a casinha da mesma cor da peça. Quem colocasse as 4 peças dentro da casinha ganhava! Canastra, Pif paf.
Eu tinha um jogo, Banco Imobiliário, que nossa “turma de crianças da rua”, explicando, vizinhos, nos reuníamos em dias de chuva pra brincarmos. O Morumbi era meu sonho de consumo, adorava comprar apartamento ali.
Um dos meus amigos de infância tinha o Trunfo e depois Super Trunfo. Era um tipo de baralho mostrando carros, motos, aviões, caminhões e outros detalhes. O jogo era tu derrotar o adversário mostrando uma carta com um dos critérios mais alto que o dele. PR exemplo: nessa rodada e com a metade das cartas já com cada jogador, um dos jogadores diz: quero disputar velocidade e coloca um carro na mesa. O outro coloca outro carro. Detalhe, virados com cabeça pra baixo. Feito isso os dois viram as cartas ao mesmo tempo e quem tiver o carro de maior velocidade, leva a carta. Assim vai. Alguns critérios eram velocidade, potência comprimento, força.
Outra coisa legal era brincar no forte apache de madeira com aqueles índiozinhos de plástico que o irmão da Simone, vizinha de frente, tinha. Ele tinha também, uma coleção de bonecos Playmobil com o faroeste. Esse ele não gostava muito da gente brincando mas brincávamos mesmo assim.
As experiências com o Laboratório Químico Experimental eram outra diversão. Esse, a Roberta ganhou dos pais e íamos a tarde brincar com o laboratório na casa dela.
Tinha coleções da boneca fofolete que vinha numa caixinha quase do tamanho de uma de fósforo. Essa sei que ainda existe porque minha filha me deu duas de presente. Amei
Nas brincadeiras do colégio lembro de Adoletá com o verso: Adole-tá, Le Peti, Le Tomá, Le Café com Chocolá, Adole-tá. Esse era cantado enquanto pulávamos corda. Quem errava trilhava a corda pra outra.
E as brincadeiras com as mãos dizendo:
O trem maluco quando sai de Pernambuco;
Vai fazendo xique xique até chegar no Ceará;
Rebola pai mãe filho eu também sou da família também quero rebolar;
Um pouquinho da Coca-Cola um pouquinho de Guaraná;
Minha mãe me botou na escola pra aprender o be-a-bá;
A danada da professora me ensinou a namorar;
7 e 7 são 14 com mais 7 21;
Tenho 7 namorados mas não gosto de nenhum;
Cada vez que vejo um...
Dou um tapa no bumbum !
Pombinha branca que está fazendo;
Lavando roupa pro casamento;
Moço bonito, todo arrumado;
Chapéu de lado, meu namorado;
Mandei entrar, mandei sentar;
Cuspiu no chão ?
Limpa aí seu porcalhão !
Hoje é Domingo pede cachimbo;
Cachimbo é de barro bate no jarro;
O jarro é de ouro bate no touro;
O touro é valente chifra a gente;
A gente é fraco cai no buraco;
Buraco é fundo, acabou-se o mundo !
Alguem chegou a jogar Rouba-Monte? Burro? E o Jó-Ken-Pô, Pedra, Papel e Tesoura? Eram brincadeiras muito boas.
As brincadeiras de passa-anel e stop eram legais mas bom mesmo era brincar de salada de fruta, só pra dar beijo no menino que interessava. Rsrsrs
E para finalizar essas brincadeiras e jogos, eu tinha um amigo quando muito pequena chamado Rogério que tinha um boneco Falcon. Esse boneco tinha cabelo e barba de verdade e os olhos mexiam. Quando ia na casa dele, brincávamos com ele e minha Susi. Os dois eram amigos e se aventuravam. Na época eu deveria ter uns 6 anos.
Miscelâneas do Eu
Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.
Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.
A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.
Nana Pimentel
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sábado, 31 de outubro de 2009
jogos e brincadeiras da infância
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infancia,
lembranças de criança
Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
E as leituras e coleções?
Crianças adoram colecionar, porque? Não sei. Nunca parei pra pensar a respeito disso mas deve haver algum motivo e uma consequencia também na sua formação de "ser adulto".
Bom, independete disso. Eu fui uma criança como outra qualquer e tinha minhas coloções e leiturar prediletas. Diria que todos deveriam curtir esse tipo de coisas.
As coleções que vou me referir nesse momento é de álbum de figurinhas. Já os livros, falo nas próximas linhas.

Tu compravas um monte de pacotinhos e sempre ficava faltando uma figurinha no álbum. Ai, a gente trocava com os colegas. Às vezes tinham até negócios envolvidos. Lembro que uma vez eu queria tanto uma figurinha do meu álbum ciências, Ciência Ilustrada, que cheguei a negociar com uma amiga por 5 figurinhas minhas em troca daquela.
Outro álbum que tive e adorei foi das tampinhas de garrafas com os personagens da Disney. Este eu tive ajuda pra colecionar. Havia um bar em frente de casa do Seu Almerindo e ele guardava todas as tampinhas de refrigerante pra mim. Era uma felicidade só quando ele me entregava uns vidros enormes e cheios de tampinhas.
Tinham amigas minhas que colecionavam o álbum “Amar é...” e papel de carta. Esses nunca me chamaram a atenção a ponto de colecionar. No máximo tinha uma meia dúzia de papeis e figurinhas.
Agora sim, falando um pouquinho de livros, posso dizer que os amo até hoje. Nossa, ler um livro leva a sonhar. E é tão bom sonhar! Muitos adultos perdem essa capacidade e vão se tornando pessoas amargas sem capacidade de serem leves, inconsequentes em suas mentes. Não conseguem brincar com o imaginário e suas mentes práticas e imediatistas os impedem de sensações de felicidade. É óbvio, que nós adultos temos inúmeras responsabilidades, problemas e no nosso diário pouquíssimos momentos que podemos ser inconsequentes. Mas nem por isso, a nossa capacidade de imaginar precisa ser apagada. Se tu não ganhou na sena e talvez, nunca venha ganhar. Feche os olhos por instantes na sua cama e sonhe com o prazer que isso daria. Se nunca se lambuzou com sorvete e deu uma bela de uma gargalhada, imagine por um segundo que tu fez isso. Se nunca tocou a campainha do vizinho e saiu correndo dando risada (em fiz inúmeras vezes na infância - rsrsrs), experimente imaginar o que sentirias. Viva! A vida é muito curta. Eu tenho pressa porque posso não estar aqui amanhã. Curta cada momento. Agora, voltando aos livros, eles te permitem sonhar, experimente.
Eu adorava ler a coleção de crônicas "Para Gostar de Ler". Aliás todos meus amigos também.

Nessa época a Agatha Cristye também era muito lida por nós.

Induza seus filhos a lerem. Leia pra eles e pra ti mesmo.
Ah, já ia esquecendo. Tinha um trabalho investigativos feito por nós meninas sobre os meninos. Se não descobríamos o que queríamos, pelo menos treinávamos a escrita. rsrsrs. Criávamos uns cadernos de de enquetes onde existiam perguntas do tipo: "Tu já beijou ?", "Tu gosta de alguém?", "Ele sabe que tu gosta dele?" e etc. Amaioria das vezes a gente escrevia o que queríamos que o menino soubesse e "sem querer" ele pegava o questionário e lia. rsrsrs. As vezes dava certo mas outras...era um desastre.
Bom, independete disso. Eu fui uma criança como outra qualquer e tinha minhas coloções e leiturar prediletas. Diria que todos deveriam curtir esse tipo de coisas.
As coleções que vou me referir nesse momento é de álbum de figurinhas. Já os livros, falo nas próximas linhas.

Tu compravas um monte de pacotinhos e sempre ficava faltando uma figurinha no álbum. Ai, a gente trocava com os colegas. Às vezes tinham até negócios envolvidos. Lembro que uma vez eu queria tanto uma figurinha do meu álbum ciências, Ciência Ilustrada, que cheguei a negociar com uma amiga por 5 figurinhas minhas em troca daquela.
Outro álbum que tive e adorei foi das tampinhas de garrafas com os personagens da Disney. Este eu tive ajuda pra colecionar. Havia um bar em frente de casa do Seu Almerindo e ele guardava todas as tampinhas de refrigerante pra mim. Era uma felicidade só quando ele me entregava uns vidros enormes e cheios de tampinhas.
Tinham amigas minhas que colecionavam o álbum “Amar é...” e papel de carta. Esses nunca me chamaram a atenção a ponto de colecionar. No máximo tinha uma meia dúzia de papeis e figurinhas.
Agora sim, falando um pouquinho de livros, posso dizer que os amo até hoje. Nossa, ler um livro leva a sonhar. E é tão bom sonhar! Muitos adultos perdem essa capacidade e vão se tornando pessoas amargas sem capacidade de serem leves, inconsequentes em suas mentes. Não conseguem brincar com o imaginário e suas mentes práticas e imediatistas os impedem de sensações de felicidade. É óbvio, que nós adultos temos inúmeras responsabilidades, problemas e no nosso diário pouquíssimos momentos que podemos ser inconsequentes. Mas nem por isso, a nossa capacidade de imaginar precisa ser apagada. Se tu não ganhou na sena e talvez, nunca venha ganhar. Feche os olhos por instantes na sua cama e sonhe com o prazer que isso daria. Se nunca se lambuzou com sorvete e deu uma bela de uma gargalhada, imagine por um segundo que tu fez isso. Se nunca tocou a campainha do vizinho e saiu correndo dando risada (em fiz inúmeras vezes na infância - rsrsrs), experimente imaginar o que sentirias. Viva! A vida é muito curta. Eu tenho pressa porque posso não estar aqui amanhã. Curta cada momento. Agora, voltando aos livros, eles te permitem sonhar, experimente.
Eu adorava ler a coleção de crônicas "Para Gostar de Ler". Aliás todos meus amigos também.

Nessa época a Agatha Cristye também era muito lida por nós.

Induza seus filhos a lerem. Leia pra eles e pra ti mesmo.
Ah, já ia esquecendo. Tinha um trabalho investigativos feito por nós meninas sobre os meninos. Se não descobríamos o que queríamos, pelo menos treinávamos a escrita. rsrsrs. Criávamos uns cadernos de de enquetes onde existiam perguntas do tipo: "Tu já beijou ?", "Tu gosta de alguém?", "Ele sabe que tu gosta dele?" e etc. Amaioria das vezes a gente escrevia o que queríamos que o menino soubesse e "sem querer" ele pegava o questionário e lia. rsrsrs. As vezes dava certo mas outras...era um desastre.
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Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
É a hora do GIBI
Revista em quadrilhos, vulgo, gibi, é tudo que uma criança gosta. Leitura rápida, frases curtas, muita imagem. Ou pelo menos era o que as crianças da minha geração gostavam. Pra recordar um pouco vou postar umas imagens.


Fazia coleção de revistas em quadrinho da Disney: Manual do Escoteiro Mirim, Tio Patinhas, Manual do Professor Pardal, Pateta , Mickey, Pato Donald ....
Mas amava os da Turma da Mônica, os da Luluzinha e Bolinha e sua turma. Este apareciam as estórias com Aninha, o Alvinho, o Vovô Fracolino, o Careca, o Plínio, a Glória e a minha amada Pipa.



Fazia coleção de revistas em quadrinho da Disney: Manual do Escoteiro Mirim, Tio Patinhas, Manual do Professor Pardal, Pateta , Mickey, Pato Donald ....
Mas amava os da Turma da Mônica, os da Luluzinha e Bolinha e sua turma. Este apareciam as estórias com Aninha, o Alvinho, o Vovô Fracolino, o Careca, o Plínio, a Glória e a minha amada Pipa.

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Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
máquina fotográfica Xereta Kodak e LOVE
Quando menina adorava tirar fotos e ser fotografada também. Sempre que podia batia algumas mas tinha um grande problema. É o seguinte, as revelações eram caríssima e muitas vezes eu batia as fotos que queria mas como minha mãe pagava a revelação, ela dizia ser dela. Isso causou muitas confusões e brigas caseiras. Nossa! Só de lembrar causa transtornos. rsrsrs. brincadeirinha. até essas confusões são legais de recordar. Afinal, o que fazer se o amor transcede os papeis fotográficos ao desejo de propriedade. rsrsrs

Eu tinha máquinas fotográficas Xereta da Kodak que usavam aqueles cubos de FLASH e outra que era Love.

Essa última, a gente batia as fotos e mandava para o endereço que vinha nela por correio para que mandassem revelada as fotos.

Eu tinha máquinas fotográficas Xereta da Kodak que usavam aqueles cubos de FLASH e outra que era Love.

Essa última, a gente batia as fotos e mandava para o endereço que vinha nela por correio para que mandassem revelada as fotos.
Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
DOCES DA INFÂNCIA
E os doces:
Hummm....delicinha!
Lembro do sorvete “quente”. Era uma casquinha com uma Maria-mole colorida e um anelzinho de plástico da “venda” perto da casa do vô Antenor. Quando eu e minhas primas estávamos na casa dele, ao anoitecer, ele sempre nos levava na venda pra comprar o sorvete quente. Ai, que saudade.
E as latas redondinhas de dois litros de sorvete da Kibon. As latas eram lindas e decoradas.
As vezes o pai e a mãe compravam o Chantibon, um chantilly gostoso que vinha em um potinho. Não sei se ainda existe.
O sorvete Fura-Bolo da Gelatto com formato de uma mãozinha apontando para cima e sabor morango, era super gostoso, parecia suco congelado.
Logo depois, surgiu o Cornetto que existe até hoje.
Eu tinha um coleção de anéizinhos dos chicletes Ping-Pong e adorava comprar Chiclete Ploc com figurinhas de lamber e tatuar o braço e as pernas. Minhas professoras é que detestavam pois meus colegas e eu ficávamos fazendo bolas e estourando na sala de aula.
Outra coisa bem legal eram as máquinas de padaria que colocávamos uma moeda e caia uns chicletes coloridos no formato de bolinha! Essa ainda tem por ai.
Bah, lembrei dos Mentex, um tipo de drops de hortelã bom a beça.
Lembra das Mastiguinhas, aquelas vitaminas para criança que pareciam balinha e a mãe sempre dizia que aquilo era remédio e só podia tomar uma por dia?
E os saleiros do sal Cisne, alguém lembra como eram lindos os bonequinhos com chapéu azul ou vermelho com o corpinho em forma de ovo?
Alguém lembra das moedinhas douradas de chocolate que eram muito legais pra brincar de dinheirinho? Eu dificilmente queria come-las porque era mais divertido brincar de banco com elas.
Cigarrinho de Chocolate Pan – eu adorava brincar que fumava igualzinho a tia laine. Rsrsrs. Ainda bem que não me empolguei e comecei a fumar.
Tinha também o Ki-Suco em pacotinhos que deixavam a língua colorida quando tomávamos. Vinha também em uma jarrinha plástica com um sorriso.
Os refrigerantes tinham rótulo de papel e a tampinha de metal com pedaço de cortiça. Mais tarde era um plástico transparente com desenhos da Disney.
Jujubas que sempre eram muito boas e de todos os tipos como:
As balas Soft que eu amava eram redondinhas. O problema é quando engolíamos inteira porque deslizavam pela garganta causando uma sensação nada agradável.
A bala de Banana quadrada que tinha açúcar cristalizado na volta e embaladas em papel.
Balas Banda – essas balinhas eram umas tripinhas cheias de balinhas quadradinhas e coloridas.
Coração de Abóbora e Batata que eram gostosíssimos.
Tinha as PEZ, umas pastilhinhas que vinham com um recipiente de plástico com uma cabeça de personagem. A gente puxava a cabeça e a pastilha saia.
O Quebra-Queixo que era divertido por ser muito muito duro
A Maria-Mole tinha na cor rosa ou azul.
Tem um a receitinha tri fácil:
Ingredientes e Preparo:
2 xícaras (chá) de açúcar;
1 xícara (chá) de água;
4 claras batidas em neve (firmes).
1 embalagem de gelatina incolor sem sabor;
1 xícara (chá) de coco ralado.
Modo de preparar a massa:
1.Leve ao fogo o açúcar com a água e ferva por cerca de 10 minutos.
2.Bata as claras em neve (firmes) e junte a calda quente, aos poucos, sem parar de bater.
3.Acrescente a gelatina, previamente amolecida com 1/2 xícara (chá) de água dissolvida em banho-maria, batendo por mais alguns minutos.
4.Espalhe em uma assadeira média (cerca de 22x35 cm) untada e leve à geladeira por 3 horas, no mínimo.
5.Corte em quadrado (cerca de 4 cm de lado) e passe, uma a um, no coco ralado.
Rendimento: 40 unidades
Chupetinha vermelha feita de açúcar queimado que depois da escola era uma delicia no caminho de casa.
Hummm....delicinha!
Lembro do sorvete “quente”. Era uma casquinha com uma Maria-mole colorida e um anelzinho de plástico da “venda” perto da casa do vô Antenor. Quando eu e minhas primas estávamos na casa dele, ao anoitecer, ele sempre nos levava na venda pra comprar o sorvete quente. Ai, que saudade.
E as latas redondinhas de dois litros de sorvete da Kibon. As latas eram lindas e decoradas.
As vezes o pai e a mãe compravam o Chantibon, um chantilly gostoso que vinha em um potinho. Não sei se ainda existe.
O sorvete Fura-Bolo da Gelatto com formato de uma mãozinha apontando para cima e sabor morango, era super gostoso, parecia suco congelado.
Logo depois, surgiu o Cornetto que existe até hoje.
Eu tinha um coleção de anéizinhos dos chicletes Ping-Pong e adorava comprar Chiclete Ploc com figurinhas de lamber e tatuar o braço e as pernas. Minhas professoras é que detestavam pois meus colegas e eu ficávamos fazendo bolas e estourando na sala de aula.
Outra coisa bem legal eram as máquinas de padaria que colocávamos uma moeda e caia uns chicletes coloridos no formato de bolinha! Essa ainda tem por ai.
Bah, lembrei dos Mentex, um tipo de drops de hortelã bom a beça.
Lembra das Mastiguinhas, aquelas vitaminas para criança que pareciam balinha e a mãe sempre dizia que aquilo era remédio e só podia tomar uma por dia?
E os saleiros do sal Cisne, alguém lembra como eram lindos os bonequinhos com chapéu azul ou vermelho com o corpinho em forma de ovo?
Alguém lembra das moedinhas douradas de chocolate que eram muito legais pra brincar de dinheirinho? Eu dificilmente queria come-las porque era mais divertido brincar de banco com elas.
Cigarrinho de Chocolate Pan – eu adorava brincar que fumava igualzinho a tia laine. Rsrsrs. Ainda bem que não me empolguei e comecei a fumar.
Tinha também o Ki-Suco em pacotinhos que deixavam a língua colorida quando tomávamos. Vinha também em uma jarrinha plástica com um sorriso.
Os refrigerantes tinham rótulo de papel e a tampinha de metal com pedaço de cortiça. Mais tarde era um plástico transparente com desenhos da Disney.
Jujubas que sempre eram muito boas e de todos os tipos como:
As balas Soft que eu amava eram redondinhas. O problema é quando engolíamos inteira porque deslizavam pela garganta causando uma sensação nada agradável.
A bala de Banana quadrada que tinha açúcar cristalizado na volta e embaladas em papel.
Balas Banda – essas balinhas eram umas tripinhas cheias de balinhas quadradinhas e coloridas.
Coração de Abóbora e Batata que eram gostosíssimos.
Tinha as PEZ, umas pastilhinhas que vinham com um recipiente de plástico com uma cabeça de personagem. A gente puxava a cabeça e a pastilha saia.
O Quebra-Queixo que era divertido por ser muito muito duro
A Maria-Mole tinha na cor rosa ou azul.
Tem um a receitinha tri fácil:
Ingredientes e Preparo:
2 xícaras (chá) de açúcar;
1 xícara (chá) de água;
4 claras batidas em neve (firmes).
1 embalagem de gelatina incolor sem sabor;
1 xícara (chá) de coco ralado.
Modo de preparar a massa:
1.Leve ao fogo o açúcar com a água e ferva por cerca de 10 minutos.
2.Bata as claras em neve (firmes) e junte a calda quente, aos poucos, sem parar de bater.
3.Acrescente a gelatina, previamente amolecida com 1/2 xícara (chá) de água dissolvida em banho-maria, batendo por mais alguns minutos.
4.Espalhe em uma assadeira média (cerca de 22x35 cm) untada e leve à geladeira por 3 horas, no mínimo.
5.Corte em quadrado (cerca de 4 cm de lado) e passe, uma a um, no coco ralado.
Rendimento: 40 unidades
Chupetinha vermelha feita de açúcar queimado que depois da escola era uma delicia no caminho de casa.
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Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Meus brinquedos de infância
Houve alguns brinquedos que marcaram minha infância. Alguns deles foram esses:
O Genius era muito show. Tu tinha que repetir as várias seqüências de cores e sons!

Meu cachorrinho Xodó, eu gostava bastante. Era a pilha. Vinha em uma caixa com um disco para o toca discos.

Vai-e-Vem era bom mas brinquei muito pouco. Era uma bola parecida com a do futebol americano e presa em cordões que a gente abria e fechava, levando dessa forma a bola de uma ponta a outra. As vezes, a pessoa que estava brincando abria ao mesmo tempo que eu, então a bola parava no meio do caminho.

Tinha um negócio que eu adorava, o Espirograf, uma espécie de régua que a gente usava e surgiam desenhos muito bonitos.

A grande incógnita ate hoje, é o Cubo Mágico. Consegui montar duas faces e até quase 3, mas as quatro faces impossíveis pra mim.

O bambolê sempre gostei e conseguia fazer direitinho por um bom tempo. Algumas vezes até usava dois. Hoje, socorro. Uma bolinha de bambolê? Nem consigo fazer girar. rsrssrs

Bah, um brinquedo nojentinho era a Geleca mas que eu adorava tocar na parede aquele trouxo melequento e gelado.

Lembra as galinhas de plástico que botavam ovinhos ? Não sei onde se comprava mas era só apertar a galinha para baixo e saia os ovinhos. Depois eu colocava todos dentro da galinha e brincava novamente. Qual a graça? Sei lá. Era divertido.

Tive um rádio a pilhas com a carinha do Mickey. Era azul e meu pai me deu. Lembro de ouvi-lo a noite com uns 3 ou 4 anos de idade na rua Fernando Machado, local onde morávamos.
E o walkman, era o antecessor do mp3 mas antes dele tinham os gravadores que pareciam tijolos pretos. Eu lembro que adorava ficar em cima da minha cama gravando minha voz e ouvindo depois.
Da época dos ioiôs da Coca-Cola – era tudo de bom. Tinham vários modos de jogá-los. Tu podias fazer o balanço, a estrela, o cachorrinho. Cheguei a fazer alguns.

Lembrei de um Ursinho de Pelúcia PEPOSO e a família: Peposa, Peposinho, minha irmã ganhou os dois menores e minha prima Line o Peposo que foi a maior diversão pra mim quando vi ela abraçada no urso espirrando sem parar. Quando lembramos, sempre rimos da situação. Alérgica ao pelo do ursinho.

Um natal meu tio mais novo ganhou um Ferrorama que era uma versão mais simplista dos trenzinhos elétricos e montou super feliz o brinquedo em uma mesa grande na casa da minha vó. Só que houve um pequeno acidente, rsrsrs, eu tinha uns 8 anos e resolvi ver de pertinho,subi na mesa e quebrei acidentalmente. Com certeza, não foi um bom dia nem pra ele, nem pra mim.

Para finalizar, as fofoletes. Aquelas bonequinhas fofinhas que vinham em um caixinha de tamanho de uma caixa de fósforo. Eu amava colecioná-las e a pouco ganhei 3 da minha filha. lindinhas elas todas.
O Genius era muito show. Tu tinha que repetir as várias seqüências de cores e sons!

Meu cachorrinho Xodó, eu gostava bastante. Era a pilha. Vinha em uma caixa com um disco para o toca discos.

Vai-e-Vem era bom mas brinquei muito pouco. Era uma bola parecida com a do futebol americano e presa em cordões que a gente abria e fechava, levando dessa forma a bola de uma ponta a outra. As vezes, a pessoa que estava brincando abria ao mesmo tempo que eu, então a bola parava no meio do caminho.

Tinha um negócio que eu adorava, o Espirograf, uma espécie de régua que a gente usava e surgiam desenhos muito bonitos.

A grande incógnita ate hoje, é o Cubo Mágico. Consegui montar duas faces e até quase 3, mas as quatro faces impossíveis pra mim.

O bambolê sempre gostei e conseguia fazer direitinho por um bom tempo. Algumas vezes até usava dois. Hoje, socorro. Uma bolinha de bambolê? Nem consigo fazer girar. rsrssrs

Bah, um brinquedo nojentinho era a Geleca mas que eu adorava tocar na parede aquele trouxo melequento e gelado.

Lembra as galinhas de plástico que botavam ovinhos ? Não sei onde se comprava mas era só apertar a galinha para baixo e saia os ovinhos. Depois eu colocava todos dentro da galinha e brincava novamente. Qual a graça? Sei lá. Era divertido.

Tive um rádio a pilhas com a carinha do Mickey. Era azul e meu pai me deu. Lembro de ouvi-lo a noite com uns 3 ou 4 anos de idade na rua Fernando Machado, local onde morávamos.
E o walkman, era o antecessor do mp3 mas antes dele tinham os gravadores que pareciam tijolos pretos. Eu lembro que adorava ficar em cima da minha cama gravando minha voz e ouvindo depois.
Da época dos ioiôs da Coca-Cola – era tudo de bom. Tinham vários modos de jogá-los. Tu podias fazer o balanço, a estrela, o cachorrinho. Cheguei a fazer alguns.

Lembrei de um Ursinho de Pelúcia PEPOSO e a família: Peposa, Peposinho, minha irmã ganhou os dois menores e minha prima Line o Peposo que foi a maior diversão pra mim quando vi ela abraçada no urso espirrando sem parar. Quando lembramos, sempre rimos da situação. Alérgica ao pelo do ursinho.

Um natal meu tio mais novo ganhou um Ferrorama que era uma versão mais simplista dos trenzinhos elétricos e montou super feliz o brinquedo em uma mesa grande na casa da minha vó. Só que houve um pequeno acidente, rsrsrs, eu tinha uns 8 anos e resolvi ver de pertinho,subi na mesa e quebrei acidentalmente. Com certeza, não foi um bom dia nem pra ele, nem pra mim.

Para finalizar, as fofoletes. Aquelas bonequinhas fofinhas que vinham em um caixinha de tamanho de uma caixa de fósforo. Eu amava colecioná-las e a pouco ganhei 3 da minha filha. lindinhas elas todas.
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domingo, 31 de maio de 2009
As bonecas da infância
Falando em bonecas e infância, recordo das que mais significaram pra mim.
Começando por uma boneca preta de pano, chamda Gilda. Nome da minha babá quando tinha uns 3 ou 4 anos.
Eu tinha medo da boneca a noite mas durante o dia, era minhas paixões.
Anos mais tarde a tia Elaine fez uma boneca parecida com a Gilda pra mim. Só que está era branca e carregava um bico colado na boca. Também tive meus momentos com ela.
Bah, lembrei de uma das minhas peripécias.
Eu devia ter uns 4 anos e a Kombi escolar dos meus coleguinhas passou no momento que eu e minha mãe estávamos em uma praça na rua Borges de Medeiros, perto do viaduto, e em frente de um mercado, quando eu fui dar “tchau” aos colegas e um acidente aconteceu. Fui abanado e andando pra trás, tropecei e cai em um arbusto de espinhos. Lembro como se fosse hoje deste dia. Chorei muito e a mãe entrou comigo no mercado. O gerente me presenteou com duas bonecas de corda lindas. Não sei se pra eu ficar caladinha ou se porque ficou com pena. Talvez as duas coisas. HAHAHA.


Essas bonecas me acompanharam por muito tempo e gostaria de tê-las novamente. Elas rodavam dançando quando eu puxava a corda e chamavam-se DANCINHA. Ah, saudade.
Além disso eu tinha as bonecas da Estrela que eram sensacionais e o que é melhor, eu tinha. Quando tive mais ou menos uns 16 anos resolvi doá-las. Interessante é que a atitude foi nobre mas minha imperfeição humana se arrepende de não tê-las ao meu lado. Humm. Que horror mas é verdade. Sou totalmente imperfeita.
Beijoca – apertava os bracinhos e ela dava beijo.

Amelinha – era a pilha, passava a roupa, tirava pó, passava o aspirador e para mim sempre será MELINHA sem esse A. Essa boneca eu queria de secretária do lar aqui em casa, pois sou péssima dona de casa. rsrsrs

Tippy – tinha uma bicicleta e um cavalinho. Ela andava neles. Quando colocada no chão, engatinhava, era a pilha também.

Fraldeca – ela tomava mamadeira de continha e fazia xixi. Chorava feito louca e era a pilhas. Minha mãe adorava essa boneca. Rsrsrs.
NÃO ACHEI UMA FOTO!
Susi – essa eu carregava pra todo lado, era pequeninha e eu podia brincar com ela em qualquer lugar. Claro, sempre carregava as roupinhas dela. Imagina que ela não teria suas roupas pra trocar!
Começando por uma boneca preta de pano, chamda Gilda. Nome da minha babá quando tinha uns 3 ou 4 anos.
Eu tinha medo da boneca a noite mas durante o dia, era minhas paixões.
Anos mais tarde a tia Elaine fez uma boneca parecida com a Gilda pra mim. Só que está era branca e carregava um bico colado na boca. Também tive meus momentos com ela.
Bah, lembrei de uma das minhas peripécias.
Eu devia ter uns 4 anos e a Kombi escolar dos meus coleguinhas passou no momento que eu e minha mãe estávamos em uma praça na rua Borges de Medeiros, perto do viaduto, e em frente de um mercado, quando eu fui dar “tchau” aos colegas e um acidente aconteceu. Fui abanado e andando pra trás, tropecei e cai em um arbusto de espinhos. Lembro como se fosse hoje deste dia. Chorei muito e a mãe entrou comigo no mercado. O gerente me presenteou com duas bonecas de corda lindas. Não sei se pra eu ficar caladinha ou se porque ficou com pena. Talvez as duas coisas. HAHAHA.


Essas bonecas me acompanharam por muito tempo e gostaria de tê-las novamente. Elas rodavam dançando quando eu puxava a corda e chamavam-se DANCINHA. Ah, saudade.
Além disso eu tinha as bonecas da Estrela que eram sensacionais e o que é melhor, eu tinha. Quando tive mais ou menos uns 16 anos resolvi doá-las. Interessante é que a atitude foi nobre mas minha imperfeição humana se arrepende de não tê-las ao meu lado. Humm. Que horror mas é verdade. Sou totalmente imperfeita.
Beijoca – apertava os bracinhos e ela dava beijo.

Amelinha – era a pilha, passava a roupa, tirava pó, passava o aspirador e para mim sempre será MELINHA sem esse A. Essa boneca eu queria de secretária do lar aqui em casa, pois sou péssima dona de casa. rsrsrs

Tippy – tinha uma bicicleta e um cavalinho. Ela andava neles. Quando colocada no chão, engatinhava, era a pilha também.

Fraldeca – ela tomava mamadeira de continha e fazia xixi. Chorava feito louca e era a pilhas. Minha mãe adorava essa boneca. Rsrsrs.
NÃO ACHEI UMA FOTO!
Susi – essa eu carregava pra todo lado, era pequeninha e eu podia brincar com ela em qualquer lugar. Claro, sempre carregava as roupinhas dela. Imagina que ela não teria suas roupas pra trocar!
Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Jogos e brincadeiras da infância
Entre os jogos e brinquedos da infância, os que marcaram muito foram esses:
Joguei muito com meus avós paternos. O Jogo de Ludo que podia ser jogado por até 4 pessoas. Cada um com um pino de cor diferente (vermelho, verde, azul e laranja) , o objetivo era dar a volta no tabuleiro e chegar até a casinha da mesma cor da peça. Quem colocasse as 4 peças dentro da casinha ganhava! Canastra, Pif paf.

Eu tinha um jogo, Banco Imobiliário, que nossa “turma de crianças da rua”, explicando, vizinhos, nos reuníamos em dias de chuva pra brincarmos. O Morumbi era meu sonho de consumo, adorava comprar apartamento ali.

Um dos meus amigos de infância tinha o Trunfo e depois Super Trunfo. Era um tipo de baralho mostrando carros, motos, aviões, caminhões e outros detalhes. O jogo era tu derrotar o adversário mostrando uma carta com um dos critérios mais alto que o dele. PR exemplo: nessa rodada e com a metade das cartas já com cada jogador, um dos jogadores diz: quero disputar velocidade e coloca um carro na mesa. O outro coloca outro carro. Detalhe, virados com cabeça pra baixo. Feito isso os dois viram as cartas ao mesmo tempo e quem tiver o carro de maior velocidade, leva a carta. Assim vai. Alguns critérios eram velocidade, potência comprimento, força.

Outra coisa legal era brincar no forte apache de madeira com aqueles índiozinhos de plástico que o irmão da Simone, vizinha de frente, tinha. Ele tinha também, uma coleção de bonecos Playmobil com o faroeste. Esse ele não gostava muito da gente brincando mas brincávamos mesmo assim.

As experiências com o Laboratório Químico Experimental eram outra diversão. Esse, a Roberta ganhou dos pais e íamos a tarde brincar com o laboratório na casa dela.
Tinha coleções da boneca fofolete que vinha numa caixinha quase do tamanho de uma de fósforo. Essa sei que ainda existe porque minha filha me deu duas de presente. Amei

Nas brincadeiras do colégio lembro de Adoletá com o verso: Adole-tá, Le Peti, Le Tomá, Le Café com Chocolá, Adole-tá. Esse era cantado enquanto pulávamos corda. Quem errava trilhava a corda pra outra.
E as brincadeiras com as mãos dizendo:
O trem maluco quando sai de Pernambuco;
Vai fazendo xique xique até chegar no Ceará;
Rebola pai mãe filho eu também sou da família também quero rebolar;
Um pouquinho da Coca-Cola um pouquinho de Guaraná;
Minha mãe me botou na escola pra aprender o be-a-bá;
A danada da professora me ensinou a namorar;
7 e 7 são 14 com mais 7 21;
Tenho 7 namorados mas não gosto de nenhum;
Cada vez que vejo um...
Dou um tapa no bumbum !
Pombinha branca que está fazendo;
Lavando roupa pro casamento;
Moço bonito, todo arrumado;
Chapéu de lado, meu namorado;
Mandei entrar, mandei sentar;
Cuspiu no chão ?
Limpa aí seu porcalhão !
Hoje é Domingo pede cachimbo;
Cachimbo é de barro bate no jarro;
O jarro é de ouro bate no touro;
O touro é valente chifra a gente;
A gente é fraco cai no buraco;
Buraco é fundo, acabou-se o mundo !
Alguem chegou a jogar Rouba-Monte? Burro? E o Jó-Ken-Pô, Pedra, Papel e Tesoura? Eram brincadeiras muito boas.
As brincadeiras de passa-anel e stop eram legais mas bom mesmo era brincar de salada de fruta, só pra dar beijo no menino que interessava. Rsrsrs
E para finalizar essas brincadeiras e jogos, eu tinha um amigo quando muito pequena chamado Rogério que tinha um boneco Falcon. Esse boneco tinha cabelo e barba de verdade e os olhos mexiam. Quando ia na casa dele, brincávamos com ele e minha Susi. Os dois eram amigos e se aventuravam. Na época eu deveria ter uns 6 anos.
Joguei muito com meus avós paternos. O Jogo de Ludo que podia ser jogado por até 4 pessoas. Cada um com um pino de cor diferente (vermelho, verde, azul e laranja) , o objetivo era dar a volta no tabuleiro e chegar até a casinha da mesma cor da peça. Quem colocasse as 4 peças dentro da casinha ganhava! Canastra, Pif paf.

Eu tinha um jogo, Banco Imobiliário, que nossa “turma de crianças da rua”, explicando, vizinhos, nos reuníamos em dias de chuva pra brincarmos. O Morumbi era meu sonho de consumo, adorava comprar apartamento ali.

Um dos meus amigos de infância tinha o Trunfo e depois Super Trunfo. Era um tipo de baralho mostrando carros, motos, aviões, caminhões e outros detalhes. O jogo era tu derrotar o adversário mostrando uma carta com um dos critérios mais alto que o dele. PR exemplo: nessa rodada e com a metade das cartas já com cada jogador, um dos jogadores diz: quero disputar velocidade e coloca um carro na mesa. O outro coloca outro carro. Detalhe, virados com cabeça pra baixo. Feito isso os dois viram as cartas ao mesmo tempo e quem tiver o carro de maior velocidade, leva a carta. Assim vai. Alguns critérios eram velocidade, potência comprimento, força.

Outra coisa legal era brincar no forte apache de madeira com aqueles índiozinhos de plástico que o irmão da Simone, vizinha de frente, tinha. Ele tinha também, uma coleção de bonecos Playmobil com o faroeste. Esse ele não gostava muito da gente brincando mas brincávamos mesmo assim.

As experiências com o Laboratório Químico Experimental eram outra diversão. Esse, a Roberta ganhou dos pais e íamos a tarde brincar com o laboratório na casa dela.
Tinha coleções da boneca fofolete que vinha numa caixinha quase do tamanho de uma de fósforo. Essa sei que ainda existe porque minha filha me deu duas de presente. Amei

Nas brincadeiras do colégio lembro de Adoletá com o verso: Adole-tá, Le Peti, Le Tomá, Le Café com Chocolá, Adole-tá. Esse era cantado enquanto pulávamos corda. Quem errava trilhava a corda pra outra.
E as brincadeiras com as mãos dizendo:
O trem maluco quando sai de Pernambuco;
Vai fazendo xique xique até chegar no Ceará;
Rebola pai mãe filho eu também sou da família também quero rebolar;
Um pouquinho da Coca-Cola um pouquinho de Guaraná;
Minha mãe me botou na escola pra aprender o be-a-bá;
A danada da professora me ensinou a namorar;
7 e 7 são 14 com mais 7 21;
Tenho 7 namorados mas não gosto de nenhum;
Cada vez que vejo um...
Dou um tapa no bumbum !
Pombinha branca que está fazendo;
Lavando roupa pro casamento;
Moço bonito, todo arrumado;
Chapéu de lado, meu namorado;
Mandei entrar, mandei sentar;
Cuspiu no chão ?
Limpa aí seu porcalhão !
Hoje é Domingo pede cachimbo;
Cachimbo é de barro bate no jarro;
O jarro é de ouro bate no touro;
O touro é valente chifra a gente;
A gente é fraco cai no buraco;
Buraco é fundo, acabou-se o mundo !
Alguem chegou a jogar Rouba-Monte? Burro? E o Jó-Ken-Pô, Pedra, Papel e Tesoura? Eram brincadeiras muito boas.
As brincadeiras de passa-anel e stop eram legais mas bom mesmo era brincar de salada de fruta, só pra dar beijo no menino que interessava. Rsrsrs
E para finalizar essas brincadeiras e jogos, eu tinha um amigo quando muito pequena chamado Rogério que tinha um boneco Falcon. Esse boneco tinha cabelo e barba de verdade e os olhos mexiam. Quando ia na casa dele, brincávamos com ele e minha Susi. Os dois eram amigos e se aventuravam. Na época eu deveria ter uns 6 anos.
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sexta-feira, 13 de março de 2009
Minha bicicleta caloi e meu patins sandalinha.
Tinha Caloi Ceci com cestinha na frente na cor cinza. Só eu sei quando ganhei a felicidade que estava.

Mas lembrei agora, de uma história da minha primeira bicicleta Caloi vermelha.
Era Natal e eu já havia espalhado bilhetinho pro papai noel naquele mês (não esqueça a minha Caloi – exatamente iguais ao da propaganda da época). Então no dia do Natal, o papai noel chegou e entregou pra todos seus presentes e pra mim uma mera caixinha de lenços. Chorei tanto e ele disse que ia embora. E foi. Uns minutos depois ouvimos um barulhão no andar de cima do nosso apartamento e minha mãe disse que era ele que havia ido embora com o trenó mas era melhor olharmos pois ele podia ter caído. Eu,em prantos fui olhar igual, vai que ele fique mais zangado e no próximo natal não me dê nem uma caixa de lenços? Subi até o outro andar e adivinha?Era minha bicicleta vermelha linda sorrindo pra mim. Eta Natal inesquecível.

Alías, inesquecível também é o dia que meu pai me buscou na escola e no caminho me deu meu primeiro patins. Não sei o que foi melhor, estar com meu pai ou ganhar o patins. Sei que ele colocou nos meus pés e me ensinou a andar no caminho de casa. Daquele momento em diante eu me apaixonei por patinação e anos me dediquei a andar cada vez melhor, até que meu menisco não me permitiu mais.

Mas lembrei agora, de uma história da minha primeira bicicleta Caloi vermelha.
Era Natal e eu já havia espalhado bilhetinho pro papai noel naquele mês (não esqueça a minha Caloi – exatamente iguais ao da propaganda da época). Então no dia do Natal, o papai noel chegou e entregou pra todos seus presentes e pra mim uma mera caixinha de lenços. Chorei tanto e ele disse que ia embora. E foi. Uns minutos depois ouvimos um barulhão no andar de cima do nosso apartamento e minha mãe disse que era ele que havia ido embora com o trenó mas era melhor olharmos pois ele podia ter caído. Eu,em prantos fui olhar igual, vai que ele fique mais zangado e no próximo natal não me dê nem uma caixa de lenços? Subi até o outro andar e adivinha?Era minha bicicleta vermelha linda sorrindo pra mim. Eta Natal inesquecível.

Alías, inesquecível também é o dia que meu pai me buscou na escola e no caminho me deu meu primeiro patins. Não sei o que foi melhor, estar com meu pai ou ganhar o patins. Sei que ele colocou nos meus pés e me ensinou a andar no caminho de casa. Daquele momento em diante eu me apaixonei por patinação e anos me dediquei a andar cada vez melhor, até que meu menisco não me permitiu mais.
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sábado, 21 de fevereiro de 2009
Época de esporte
Sempre fui gordinha e em poucos momentos estava magra. Sempre que emagrecia tinha influência da família que nunca me aceitaram como sou e consequentemente, eu tentava de tudo para ser aceita. Eram remédios tarja preta as escondidas de todos, vomitar no banheiro, laxantes e diuréticos que desde muito cedo podia ensinar os prós e os contras dos efeitos. Mas não era só isso, também fui apresentada muito cedo aos esportes.
Primeiro, pequeninha ao balé. Mais tarde na ACM, a natação e ginástica olímpica. Aliás, eu sempre adorei os mais variados esportes e achava fantástico quando a minha mãe jogava volei ou nadava na ACM. Ah, e quando ela virava estrelinha na praia, eu simplesmente delirava.
Bom voltando. Quando fiquei um pouco mais velha (uns 6 anos - rsrsrs), aprendi a patinar. Isso foi obra do meu pai que ai, era meu ídolo.
A patinação foi minha grande paixão até os dias de hoje, embora não patine mais.
Então, veio a bicicleta, a dança moderna - vulgo jazz, a ginástica rítmica com a profa Benvinda do Colégio Americano. Como era gostoso dançar com as fitas e arcos.
E assim fui apresentada a esportes coletivos na adolescencia. Volei, basquete, corrida e futebol. Esse último nunca joguei. Sempre me contive em apenas olhar.
Foi nesse período de uns 16 anos mais ou menos que eu resolvi ser como Joao do Pulo ou o Bernard.
Claro, que não deu certo pois sou baixinha e tenho problemas no menisco.
No vólei, eu lembro que queria aprender para fazer o saque Jornada nas estrelas do Bernard. Era um saque atingia cerca de 25 metros de altura, e retornava numa velocidade de aproximadamente 70 km por hora, dificultando a recepção dos adversários – o que atrapalhava toda a seqüência da jogada
video -
Nessa mesma época, olhava futebol só pra ver o Rai e o Dr Sócrates jogando.
Primeiro, pequeninha ao balé. Mais tarde na ACM, a natação e ginástica olímpica. Aliás, eu sempre adorei os mais variados esportes e achava fantástico quando a minha mãe jogava volei ou nadava na ACM. Ah, e quando ela virava estrelinha na praia, eu simplesmente delirava.
Bom voltando. Quando fiquei um pouco mais velha (uns 6 anos - rsrsrs), aprendi a patinar. Isso foi obra do meu pai que ai, era meu ídolo.
A patinação foi minha grande paixão até os dias de hoje, embora não patine mais.
Então, veio a bicicleta, a dança moderna - vulgo jazz, a ginástica rítmica com a profa Benvinda do Colégio Americano. Como era gostoso dançar com as fitas e arcos.
E assim fui apresentada a esportes coletivos na adolescencia. Volei, basquete, corrida e futebol. Esse último nunca joguei. Sempre me contive em apenas olhar.
Foi nesse período de uns 16 anos mais ou menos que eu resolvi ser como Joao do Pulo ou o Bernard.
Claro, que não deu certo pois sou baixinha e tenho problemas no menisco.
No vólei, eu lembro que queria aprender para fazer o saque Jornada nas estrelas do Bernard. Era um saque atingia cerca de 25 metros de altura, e retornava numa velocidade de aproximadamente 70 km por hora, dificultando a recepção dos adversários – o que atrapalhava toda a seqüência da jogada
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Nessa mesma época, olhava futebol só pra ver o Rai e o Dr Sócrates jogando.
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sábado, 31 de janeiro de 2009
Amoladores de faca e vendedores de algodão doce

Eu adorava o som dos amoladores de faca e os vendedores de algodão doce que faziam barulho com uma matraca. Era um pedaço de madeira com um pedaço de ferro que batia de um lado pro outro (PLAC PLAC, PLAC PLAC).

Não sei bem porque mas me traz uma sensação gostosa aquele som.
Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Shazan

O desenho do Shazan era bem legal. Shazzzzzannnnnnnn não deixava de ser uma palavra mágica quando Nancy e Chuck juntavam os anéis mas na realidade era o nome de um gênio. Eles, no primeiro episódio, encontram dois anéis numa caverna e quando os anéis se juntam aparecem em uma terra mágica das Mil e Uma Noites onde são recebidos por Shazzam o Gênio que lhes fornece Kabup, um camelo voador. Só que eles tem a missão de procurar os verdadeiros donos dos anéis para que possam voltar para casa. Sempre que estão em perigo, juntam os anéis e chamam por Shazan.
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
JOSIE E AS GATINHAS

O desenho de Josie e as gatinhas era de um grupo de garotas que se metiam em aventuras contra vilões. Alguns anos atrás esse desenho se tornou um belo longa. Bah, uma delas, a Melody, era muito burrinha. Elas, também, tinham um gato chamado Sebastian que era muito “arteiro”.
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Mio e Mao

Adorava o desenho do Mio e Mao. Eram dois gatinhos feitos com massinhas que faziam bagunça enquanto tocava aquela musiquinha... Mio, Mao, Mio, Mao, lá, lá, lá, lá, lá, lá ! Para produzir o desenho usavam uma técnica é chamada de stop motion com quase cem anos de existência. É uma produção italiana.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
CAPITÃO CAVERNA

Um desenho animado muito bom era o Capitão Caverna que ele era um super-herói junto com 3 meninas que o ajudavam.
Tinha direito ao grito poderoso do herói: "Capitão Caveeeeerrrrrnnnnaaaaaa"
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quinta-feira, 5 de julho de 2007
Esquadrilha Abutre

Tinha também, a Esquadrilha Abutre com o Dick Vigarista; Klunk; Muttley; O Pombo; Zilly. Eram interessantes as armações do Dick Vigarista pra pegar o pombo. Alguns amigos de adolescência me chamavam de Mutley por causa da risadinha que ele dava. “Nunca entendi o porquê.” rsrsrs
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quinta-feira, 28 de junho de 2007
Lippy e Hardy
O desenho de Lippy e Hardy era um Leão e uma hiena pessimistas e vivendo suas aventuras ! A hiena dizia: "Oh dia, Oh céu, Oh Azar... "
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segunda-feira, 28 de maio de 2007
Olho Vivo e Faro Fino
O desenho do Olho Vivo e Faro Fino eram um gato e um rato detetives particulares que resolvem os mais inusitados casos.
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O desenho do Bibo Pai e Bobi filho que eram cachorros vivendo mil confusões.
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quinta-feira, 3 de maio de 2007
CORRIDA MALUCA
O desenho da Corrida Maluca era uma corrida com pilotos muito loucos, tentando a qualquer custo vencer e conquistar o título de piloto mais biruta do mundo! Nesse desenho eu adorava imaginar que eu era a Penélope Charmosa em seu carro cor-de-rosa tentando ganhar a corrida, ajudada pela Quadrilha da Morte quando o Dick Vigarista tentava prendê-la. Eu adorava o desenho.
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