Muitos pais e familiares gostam de estar a par daquilo que seus filhos fazem. Então, aqui está apenas uma pequena parte realizada.
Todos os projetos abordaram durante o ano o Planejamento de atividades exigidas pelo MEC, ou seja, não estiveram ligados a um só conteúdo.
As atividades gramáticas e reflexivas foram devidamente respeitadas e expressadas de acordo com os planos cuidadosamente realizados previamente.
Inserção da segunda língua, Inglês e compreensão compõe os exercícios de sala de aula, teoria e práticas, assim como os EXTRAS PROPOSTOS neste blog.
A disciplina de artes seguiu o planos propostos indo além com aprofundamentos teóricos dos artistas clássicos e modernos
Projeto da Feira Literária de 2016
Miscelâneas do Eu
Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.
Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.
A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.
Nana Pimentel
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quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Alguns projetos desenvolvidos no ano de 2016
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Uma brasileira que está passando pela vida com garra, luta e tentando aprender mais sobre si e dos outros.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Carta para Deus
Data de publicação: 14/10/2014
Temos estado juntos a tanto tempo, no entanto pouco conversamos. Sabes como sou. Detesto te incomodar. Sei que tens muito a fazeres e precisas cuidar de dificuldades bem maiores do que as minhas.
Todavia, gostaria de te pedir, hoje, só um pouquinho do teu tempo.
Quero agradecer tudo que me destes até agora. Afinal, fostes muito generoso com essa filha que nem sempre foi a melhor.
Tu sabes que sou totalmente imperfeita, e como tal, cheia de erros, incoerências, mas também, sabes que tenho minhas poucas qualidades e o quanto gosto dos seres humanos e animais. Tenho feito tudo que está a meu alcance para ajudar os que me cercam, às vezes esqueço de mim. Sei que vais dizer que não é certo. Afinal, para amarmos verdadeiramente precisamos nos amar. Pois, só se ama o que se conhece e se não me amo, logo, ainda não me conheço o suficiente. Estás coberto de razão, cara. Preciso rever isto.
Amigo, sabes do que lembrei? Das minhas lágrimas nos pés do Cristo Redentor ao ver aquele mar e natureza. Deus, tu és demais! Criastes um mundo maravilhoso. Destes para nós uma natureza fantástica. Uma pena que nem todos os homens tenham percebido isso ainda. Sei que és paciente e que cada coisa tem seu tempo.
Obrigada, Cara, por meus olhos, boca e ouvidos. Escuto sons incríveis! Vejo maravilhas! Em minha boca degusto de delicias e professo palavras inspiradas em ti.
Obrigada por tudo.
Tens me cuidado e guiado tanto.
Tu és um grande Pai.
Ah, claro, nem tudo são flores.
Tens permitido nosso livre arbítrio, e por causa disso temos absurdos que acontecem por aqui.
Sei que és o mestre, mas bem que podias rever isso e cortar de alguns filhos a capacidade de fazerem maldades. Podia ser um pouco mais autoritário com alguns.
Quero te pedir algumas coisas.
Espero não estar abusando de ti.
Preciso da tua misericórdia para com minhas atitudes não são tão nobres quanto gostarias. Perdão por ter causado sofrimento em algumas pessoas (conscientemente ou não, momentaneamente ou não). E, por fim, quero te pedir que continues a olhar por mim e pelos meus (filha, marido, mãe, irmã, irmãos, sobrinhas, vó, sogros, restante da família e amigos) sendo caridoso como sempre fostes.
Enfim, Cara, Amigo, Deus, Senhor, Oxalá, Jeová, Javé, Alá, Bhrama, Elohin, Adonai, Olorum, Zambi, Tupã, Zeus, Júpiter, Amonrá, e tantos outros nomes que te dão, muito obrigada por tua existência, grandiosidade e amor.
Um abraço e grande beijo com carinho de tua filha Adriana.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Mãos
Muita
coisa na vida se aprende assim,
dando
a mão a outro alguém!
Quando
essa relação de apoio,
união, transforma-se em amor,
passa
a existir o cuidado, respeito e cumplicidade.
I
LOVE MY DAUGHTER GIOVANNA.
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Eu e minha carcaça
Do
corpo apenas a carcaça
leva
a alma para todos os cantos.
A
alma se desprende da carcaça,
conhece
o mundo,
desconhece
o horror.
Ir
para os cantos do mundo
não
é mais no tempo do homem,
se
faz agora no tempo da alma.
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Alguém comum
Acorda
de manhã e mais um dia ela pensa.
O
sol entra pela janela e os raios atingem seu rosto. As cortinas já
não estão mais neste quarto. Ela esfrega os olhos, puxa o edredom
ao rosto e tenta continuar a dormir.
Não
adianta. Despertador toca.
Não
dá mais tempo pra esfregar o rosto nos lençóis, espreguiçar-se.
Tem que levantar e ponto final.
Mais
um dia qualquer na vida de uma pessoa qualquer.
O
jeito é acordar dentro do chuveiro. Pronto.
Lá
está ela com a água correndo no corpo. Não se importa com nada
além de si durante 15 minutos. Agora é ir à batalha.
Sai
de casa algum tempo depois usando o velho jeans, uma sandália e uma
blusa mais ou menos nova para procurar trabalho.
Aqui
está uma brasileira comum, de tempos em tempos procurando trabalho,
sem formação específica nem idade para os programas de governo lhe
ajudarem em uma colocação profissional. E assim, ela leva a vida,
de empresa à empresa, sem formação e função das mais variadas.
A
vida da brasileira comum é assim mesmo. Procura um emprego, arruma,
trabalha, e muda novamente. Uns dizem, o importante é não ficar
parado e estar ganhando sempre. Será? Até quando? Ela já não sabe
mais onde ir ou a quem entregar aqueles malditos currículos que não
saem das gavetas das empresas.
Aqui
já começa o desespero da criatura. Quem sabe tentar uma vaga como
meretriz? Loucura! Como se isso fosse fácil? Vocês sabiam que tem
de ter perfil pra isso também? Não é pra qualquer uma.
Alguém
parou pra pensar na profissão que estas pessoas exercem? Uns
assombram em piadinhas do tipo "vida dura". A verdade que é
sim. São pessoas que obviamente são obrigadas a se sujeitar a
clientes dos mais sórdidos e indesejáveis possíveis para cumprirem
com suas obrigações profissionais. Claro, não sejamos inocentes em
pensar que estas não gostam do que fazem. Certamente há quem goste
como em qualquer profissão. No entanto, muitas não veem
alternativas para suas vidas. Mas voltando a nossa desempregada, ela
já pensou em todas as possibilidade mas não desistiu ainda de
encontrar um trabalho digno em algum lugar.
A
noite ela volta para casa com suas pernas inchadas, seus pés doendo
e seu corpo já padecendo os efeitos do tempo.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016
A procura dessa amizade
"Eu
procurei pela vida teu sorriso, tua alma, teu ser,
mas meus caminhos,
sempre, que se aproximavam de onde você estava eram desviados. Meus
passos seguiam para outras vias.
Numa noite,
sem que percebesse o
que estava acontecendo,
encontrei-te em um lugar qualquer,
em uma
estrada florida de alegria.
Não acredito que nossas almas não tenham se satisfeito,
pois sinto nossos espíritos se entrelaçarem na mais doce
e sincera amizade de dois seres."
* Fiz este pequeno poema para uma amiga que não vejo a alguns anos.
Estávamos lagarteando ao sol em uma linda tarde de sábado na Redenção.
Saudades de tu Tangerine, Rita de Cássia Cavalcante.*
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domingo, 26 de junho de 2016
Todas são laranjas
Respeite o diferente
Nana Pimentel
Diferente são laranjas
para toda gente.
Laranjas mais ácidas para uns
mais suco para muitos
maiores para compotas
colhidas por pés descalços ou botas.
Aspectos diferentes,
nem melhores, nem piores.
Entra na tua mente,
todas são laranjas.
Respeite o diferente.
***************
Vem ver
Nana Pimentel
É em Montenegro!
Vem ver, não há segredo!
Na área rural
é só abrir as janelas,
ficará em alto astral,
Laranja saborosas
lá estão elas.
Laranjas colorindo as plantações
em várias localidades,
plantadas por gente de muitas idades.
Montenegro é assim,
seja pra ti ou pra mim.
**********
POESIA 3
Obrigada Agricultores
Nana Pimentel
Nascem frutos na terra,
são laranjas
no pé da serra.
Se laranjas de todos os tipos existem
seja chuva ou sol
são os agricultores que insistem.
Na terra eles vão cultivando.
pra ti ir saboreando.
**************

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sábado, 14 de maio de 2016
Se eu fosse Cinderela...
Se eu fosse a Cinderela, de Gislaine Oliveira, é um livro de leitura leve
e flui sem percebermos o tempo passando. Vale muito a pena desfrutar das
páginas. A estória leva o leitor a uma análise de quem é bom ou mau no conto.
Um novo olhar sob conceitos preestabelecidos. De forma divertidíssima e bem
século XXI temos nas páginas uma releitura do conto de fadas da Cinderela. Tudo
contado por uma menina chamada Cinddy. Ela questiona a necessidade de se ter um
príncipe e a forma como isto é imposto. De repente, se vê dentro de Cinderela.
A menina questiona o que é real e imaginário. Claro, não vou dizer o final,
entretanto falo que é surpreendente.
Fazendo uma análise psicológica de alguns trechos do livro, digo que fez
me pensar em alguns atos que já cometi. Entre estes, está à atrocidade de
colocar nome “estranho” a minha filha. Problema vivido por Cinddy. Este
parágrafo me trouxe momentos hilários ao imaginar a Cinddy com seus dois DD
explicando aos amigos o porque de seu nome. Concomitantemente lembrando da
minha filha Giovanna com dois NN fazendo o mesmo. Uma situação difícil para
quem vive. Pobre das crianças com suas mães. RSRSRS. Continuei a leitura, refletindo
mais uma vez nas páginas em que Cinddy fala não querer um príncipe. Fiquei
pensando na minha geração, cheia de mulheres que sofreram com o “Complexo de
Cinderela ou “Feminismo masculinizado”. Eu era do time das que queriam ser
princesas, mas acreditava que seria ótimo ter os sapos para namorar, pois os
príncipes corriam o risco de se tornarem sapos.
Depois de mais alguns trechos
veio outra reflexão. Desta vez foi referente a uma fala de Cinddy a sua mãe: “
Mãe, papai não é um príncipe”. Foi a vez de pensar em nós, mulheres, quando
estamos em uma relação, julgamos o nosso ser amado como príncipe, tomando a
palavra como sinônimo de perfeição. Cobramos e queremos que o ser amado torne-se
o retrato de nossos anseios e conceitos. Obviamente, que na maioria das vezes
inconscientemente. E assim prossegui minha leitura, ora superficialmente, ora
refletindo sob conceitos e vivências. Se eu fosse Cinderela... é fantástico.
Agora, se eu, Adriana, fosse Cinderela, nossa o mundo viraria do avesso. Boa
leitura e curtam o livro.
Conheçam mais no blog da escritora Gislaine: http://profissao-escritor.blogspot.com.br/
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terça-feira, 10 de maio de 2016
Conhecer a escritora Gislaine Oliveira foi "tri legal"
Muito gratificante estas trocas!Visitem o blog da Gislaine e leiam como foi o nosso dia!
A Pata Formosa e eu conhecemos a escritora Gislaine Oliveira.
Vejam o comentário sobre o livro A PATA FORMOSA
Comentário da escritora Gislaine sobre o livro: A Pata Formosa
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
Cheiros e lembranças
Quando
sinto o aroma de alguma coisa sempre me vem à lembrança de alguém.
O saudosismo desperta minha mente. Inevitável ignorar as memórias
do passado. Oh! Que romântica estou. Exemplifico a que me refiro:
Estava
abrindo uma caixa de passas de uvas pretas, o cheiro inebriante
invadi minhas narinas e me reportam a um passado muito distante.
Viajo em minhas lembranças como espectadora de meu passado. Estou eu
no Jardim de Infância Cinderela, Rua Fernando Machado, Porto Alegre
– RS. Estamos na formatura da pré-escola, uso uma bota horrível
preta que meu avô Tavares fez pra consertar minhas pernucas tortas.
Funcionou, devo ressaltar. Então, a Professora Ludovica está
entregando os diplomas e esperamos ansiosas, eu e coleguinhas, o
Papai Noel. Pausa para fotos e o Noel chega entregando presentinhos.
Mal pego meu presente, algo com passas de uvas pretas. Acho que era
um panetone. Meu pai me puxa pela mão para sairmos e quero ficar com
minhas colegas, o Papai Noel e as passas. Mas não, vamos embora.
Anos
da minha vida tentei entender porque de tanta pressa. Hoje, acredito
que talvez tenha tido alguma relação com o período histórico em
que vivíamos em 1974 e meu pai era um militar.
Bom,
mas o que importa? Só que meu pai tem o cheiro doce das passas de
uvas pretas.
Assim
como ele, muitas pessoas importantes na minha vida são associadas a
cheiros. Meu tio Beta é um prato de mondongos muito bem cozidos e
temperados em um dia muito frio de inverno. Por quê? Em todos seus
aniversários ele prepara este prato.
Já
minha vó Landa é uma gengibirra. O que é isso? Spret Beer, um
frisante alemão feito de gengibre, muito doce, com um toque
semelhante a uma sidra. Agora, minha vó Eva, essa é uma camponesa,
forte e meiga ao mesmo tempo e sendo assim, tem o sabor rústico da
comida em panela de ferro. E minha mãe, ah, minha mamma. Ela tem o
sabor doce do arroz de leite. Sempre me lembro dela quando sinto o
cheiro deste prato. Minha filhota tem gosto de morangos com leite
condensado, pois a delicadeza de um morango e a doçura inigualável
do leite condensado se assemelham a ela.
Pense
você, que sabor tem as pessoas que amas?
Descobrirá
o prazer dos cheiros em amores de sua vida.
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terça-feira, 12 de abril de 2016
Relação de Interdependência de Ensino e Aprendizagem
A
relação ensino-aprendizagem e a sua dificuldade nas
escolas-públicas devido ao elevado nível de repetência e evasão
escolar nas séries iniciais e durante todo o ensino fundamental,
chegando a ser superior a 60%, conforme registros divulgados.
O
fracasso escolar não é mais considerado como um problema individual
do aluno mas sim, como de um todo. Sendo aqui, verificado que a causa
maior é a sócio-econômica, pois múltiplos fatores favoreceram
este acontecimento. Ressalta-se os fatores internos e externos
escolares.
O
educador sente-se impotente diante da situação apresentada pois
como docente não consegui cumprir seu papel com eficácia, ou seja,
levar a aprendizagem até o educando.
O
ser humano aprende em todos os níveis, de forma sistemática e
espontânea. A interação do mesmo com o seu próximo é geradora do
aprender.
De
acordo com a história, a instituição escolar é responsável pelo
crescimento social do indivíduo mas não é a única. Tem função
específica de proporcionar a educando o conhecimento sistematizado
historicamente.
É
na escola que se aprende a distinguir algumas características do
cotidiano e nela ocorre o dinamismo do ensino-aprendizagem, o
conhecimento a ser sistematizado e inteirado.
Na
escola surge o aluno e o professor, ou seja, aquele que aprende e o
que ensina. Nessa relação cabe ao educador mostrar o conhecimento
que deve ser aprendido e como apropriar-se deste ao educando. É
responsável por orientar o meio do educando apropriar-se dos
conhecimentos mostrados.
Todo
o trabalho de ensino aprendizagem é formado por um conjunto de
atividades organizadas pelos professores (educadores) que tem por
objetivo principal levar o conhecimento aos alunos pelos mais
diversificados métodos de dinâmicas, elevando o conhecimento e
respeitando também a maturidade, experiência de vida de cada aluno.
Há
uma relação clara de socialização, troca de conhecimento
aprendidos e transformação-interação dos conhecimentos
aprendidos.
Pesquisas
mostram que 60% das crianças em séries iniciais evadem ou repetem
nas escolas públicas, esse alto índice de fracasso escolar não
pode ser ignorado.
Atualmente
nos estudos que tem sido feito nessa área, o fracasso escolar não é
mais visto como uma dificuldade individual e sim como resultado de um
todo, pois múltiplos fatores, ou seja, dentro e fora da escola
afetam o indivíduo aprendiz. A causa sócio-econômica baixa é um
dos maiores empecilhos para o bom ensino e aprendizagem escolar.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Amizade
A
amizade não é só aquela que
neste
momento não desgruda de nós,
aliás,
isso não é amizade.
a
amizade é indiferente a distancia.
Amigo
é aqueles que nunca se esquecem
que
em algum cantinho
existe
um amigo que se quer bem.
Amizade
não é estar de corpo presente o tempo todo,
não
é dizer concordo sempre,
não
é gostar das mesmas coisas.
É
estar presente na alma,
sentir
falta e ao mesmo tempo
ter
a certeza que está próxima.
É
dizer, não concordo com isso, mas o que tu sentes, estás feliz?
Então,
se sim te apoio.
Se
te prejudicas eu te ajudo a sair dessa.
É
ser cúmplice em muitas coisas,
desde
os pequenos segredos da rotina até os imensuráveis.
É
gostar de coisas diferentes do outro mas respeitar a escolha
diferente da sua.
As
vezes, até mesmo mostrar ao outro porque gostas de algo
e
deixar que ele escolha o que lhe parece melhor.
É
amar o outro com toda a intensidade do mundo
e
assim, respeitar que todos somos seres diferentes
e
nem por isso somos melhores ou piores.
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domingo, 13 de dezembro de 2015
MEU PRIMEIRO DE MUITOS LIVROS
Pensem em uma pessoa feliz!
Agora, pensem numa pessoa que já teve a filha, plantou árvores e agora, fez o livro. Acabou as tarefas da vida pelo que fala o ditado popular. No entanto, não!!!! Apenas começou!
Comecei agora a construção de uma nova etapa.
Esta estória nasceu após uma ligação telefônica da minha mãe em 2005. Ela havia sonhado com uma pata falante e achou incrível. Ligou contando e rindo. Quando isso aconteceu, fiquei imaginando algumas situações que poderiam estar sendo vividas pela Pata, então criei a Pata Formosa.
Ao ler para minha prima e comadre Aline, está também deu uma sugestão que deveria continuar a estorinha, então tornou-se COLEÇÃO NANA NANANDO, VOLUME 1.
Em 2013 recebeu o registro tão esperado na BIBLIOTECA NACIONAL. E como sou muito pretensiosa, está na forma a edição em inglês, espanhol e francês.
Para 2016, teremos a edição impressa aos que gostam de folhar os livros.
Por enquanto, está no formato E-book na AMAZON.COM.BR.
Divirtam-se!!!
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Está chegando o Natal!
Os alunos estão preparando uma linda confraternização natalina com teatro, música e dança.
Na disciplina de Artes prepararam lindos cartões natalinos. Eles trocaram cartões com seus colegas para assim marcarem está data que deve prevalecer o espírito natalino da bondade e amor.
Abaixo estão disponibilizados alguns cartões.
Ah, eles prepararam com vidro reciclados bibelôs natalinos para enfeitarem suas casas.
Na disciplina de Artes prepararam lindos cartões natalinos. Eles trocaram cartões com seus colegas para assim marcarem está data que deve prevalecer o espírito natalino da bondade e amor.
Abaixo estão disponibilizados alguns cartões.
Ah, eles prepararam com vidro reciclados bibelôs natalinos para enfeitarem suas casas.
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2016,
6º ano,
Adriana Tavares Pimentel
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