Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

terça-feira, 29 de abril de 2014

Um leitor lê a leitura

Affonso Romano de Sant’Anna
            Renato Lessa, que dirige a Biblioteca Nacional, me pediu uma frase  para colocar num dos tapumes que cercam a instituição enquanto ela é retaurada. Ocorrem-me várias. Mandei-lhe essa:  Ler é apropriar-se do mundo.
            Mas outras são possiveis. E releio o que tenho escrito aqui e ali.
            Tudo é leitura.Tudo é decifração. Ou não. Ou não, porque nem sempre deciframos os sinais à nossa frente.
            Não é só quem  lê um livro, que lê. Um  paisagista lê a vida de maneira florida. Fazer um jardim é reler o mundo, reordenar o texto natural.
            Tudo é narração. Até  o quadro “Branco sobre Branco”de Malevitch  conta  uma estória.
         
            A gente vive falando mal do analfabeto. Mas o analfabeto tambem lê o mundo. As vezes, sabiamente.
            Ler é uma forma de escrever com a mão alheia.
            Insistir na leitura (apenas) como um prazer é prometer um parque de diversões onde o leitor encontrará às vezes uma usina de trabalho.
            Leitura é uma  tecnologia. 
            Você já leu todos esses livros?  Essa é a  pergunta que faz tanto o  operário quanto o  jornalista que vem à minha casa. A resposta pode ser variada:
-Li esses e muitos que não estão  aqui.
-Há livros que são para consulta eventual, outros que aguardam sua hora, outros que não lerei, alguns que nem lembro se li.
-Há outros que comprei de novo, pois não me lembrava de tê-los.
            É interessante a observacão  que encontro no livro de Caillé e Rey, de que  “de uma certa maneira Sherazade inaugurou a ideia do tratamento da loucura através dos contos”.
            O combate ao crime e à degradação moral pode ser encaminhado através do livro. Para cada bala perdida, uma biblioteca implantada.
            Nossa cultura conheceu a passagem do “regime de escassez”ao “regime de abundância” ou, talvez, de excesso de informação. Diz-se que ao tempo de Gutemberg havia em toda Europa cerca de 9 mil letrados.
            Carecemos de uma história alheia para esticar a nossa.
            Amar no amor alheio.
            Amar com o amor alheio.
            Amar pela  fala alheia.
            A realidade não pode viver sem a ficção.
            Estive com Mr.Cullman várias vezes. Ele e sua mulher Dorothy são benfeitores da New York Public Library. Discretamente, uma assessora da NYPL me revela que Cullman já deve ter dado US$ 20 milhões para aquela instituicão.
            Literatura é um elemento mediador e o “eu”do escritor é um “eu”de utilidade pública. A literatura faz acontecer.
            Além do analfabetismo convencional  há o analfabetismo tecnológico, que faz com que estejamos reaprendendo diariamente novas linguagens.
            Paixão de ler. Ler a paixão.
            Como ler a paixão se a paixão é que nos lê? Sim, a paixão é quando nossos inconscientes sofrem uim desletrado terremoto. Na paixão somos lidos à nossa revelia.
Transcrito de Correio Braziliense, 13.04.2014

domingo, 27 de abril de 2014

Clóvis Pavek, tu!

Brincamos de brigar,
Rimos das brincadeiras
E, brindamos o amor
com nossas almas arteiras.

Falamos o que sentimos,
E sentimos o que fazemos.

Nossos passos são lado a lado,
nem atrás nem na frente,
nós partilhamos da mesma estrada
sempre ligados em nossas mentes.

Nossas almas a muitos anos estão próximas,
embora ainda não sabíamos da existência um do outro,
Nesses encontros da vida tu bateu palmas em meu portão,
eu incrédula abri,
e desconfiada deixava entrar no meu coração.

Os anos estão se passando
Cada vez mais nossas diferenças aparecem
somos peças de um quebra-cabeças se encaixando
Estamos formando a tela da vida
com a certeza se completando para que no encaixar da última peça
apareça uma bela imagem querida.

Não mais pensamos que somos iguais,
temos a certeza que é nas diferenças que nossas peças humanas se encaixam
assim cada dia nos amamos mais
Como tenho tamanho convencimento?
Tuas atitudes diante da nossa vida são excepcionais
e mostram nosso encantamento.

Te amo Clovis Pavek. Obrigada por esse dois anos maravilhosos de casados e tantas coisas boas que tens colocado no meus dias.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

BOLO GELADO DE CHOCOLATE



Ingredientes:

· 1 xícara (chá) de açúcar
· 1/2 xícara (chá) de água
· 1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
· Casca ralada de duas laranjas
· 6 gemas (claras e gemas separadas)
· 1 1/2 lata de creme de leite sem o soro
· 1/3 de xícara (chá) de licor de laranja

Acessório:
· Forma de aro removível forrada com papel impermeável

Modo de preparo:

Numa panela, misture o açúcar, a água, o chocolate e a casca de laranja.

Leve ao fogo e mexa até a calda ferver. Cozinhe por 5 minutos. Enquanto isso, bata as gemas e, quando estiverem esbranquiçadas, acrescente a calda fervendo.

Bata até essa mistura engrossar e esfriar.

Aos poucos, junte o creme de leite, misture cuidadosamente e junte o licor.

Despeje numa forma de abrir forrada com papel impermeável ou em taças.

Cubra com papel-alumínio e leve ao congelador de um dia para o outro.

Na hora de servir, decore com mais casca de laranja.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Três passos para um plano de marketing eficaz

1) PRIMEIRO PASSO – “OS OBJETIVOS, que determinam o foco”

Os objetivos da empresa determinam seu foco e devem ser perseguidos por todos: diretores, gerentes e funcionários. Também devem ser reforçados regularmente por meio do salário dos colaboradores que devem estar atrelados aos resultados. (veja conceito SMART mais adiante neste texto.)

Os objetivos, assim como suas métricas, devem ser curtos e claros, além disso, refletir no mínimo em quatro perspectivas: financeira, do cliente, dos processos internos e da organização.

Objetivo 1 : faturar em 2007 - US$1.000M com margem de 10% (financeiro)

Objetivo 2: aumentar o reconhecimento da marca acima de 80% (cliente )

Objetivo 3 : alcançar excelência operacional nos processos internos de marketing, fornecedor, desenvolvimento de produtos, logística, programas socioambientais ...

Objetivo 4: atrair e reter talentos



2) SEGUNDO PASSO – “AS ESTRATÉGIAS, que determinam o que fazer ”

Para cada objetivo existem estratégias “organicamente” relacionadas, que devem também ser curtas e bem definidas. As estratégias ainda não significam o “como fazer”, e sim “o que fazer”.

Objetivo 1 : faturar em 2007 - US$1.000M com margem de 10%

· Estratégia 1.1: crescer em 30% no primeiro trimestre o número de clientes novos.

· Estratégia 1.2: aumentar, no ano, o ticket médio em 10% na base de clientes ativos.

· Estratégia 1.3: conquistar pelo menos dois novos mercados.

Objetivo 2: aumentar o reconhecimento da marca acima de 80% (cliente )

· Objetivo 2.1: manter índice de satisfação dos clientes acima de 90%.

· Objetivo 2.2: lançar nova campanha de comunicação com alcance de no mínimo 80% do público alvo.

Objetivo 3: alcançar excelência operacional nos processos internos de marketing, fornecedor, desenvolvimento de produtos, logística, programas socioambientais

· Estratégia 3.1: processo de logística deve atender em 90% o “nível de serviço”

· Estratégia 3.2: aumentar o portfólio de produtos e serviços. Lançar dois novos produtos no ano.

· Estratégia 3. 3: certificar 20 lideres em 6Sigma.



3) TERCEIRO PASSO – “As AÇÕES, que determinam o como fazer”.

Por sua vez, o plano de ações está relacionado às estratégias e estas, sim, explicam "como fazer". Na escolha das ações devem se levar em consideração duas variáveis. Primeiro, afinidade, e em seguida, dispersão. Estas variáveis ajudam a maximizar o "retorno sobre investimento" de um plano de ações. Quanto maior a afinidade com o público e menor a dispersão, maior a probabilidade de impactar o cliente de forma efetiva.

Objetivo 1 : faturar em 2007 - US$1.000M com margem de 10%

Estratégia 1.1: crescer em 30% o número de clientes novos por trimestre

. Ação 1.1.1 : telemarketing ativo promovendo descontos especiais para experimentação de novos clientes.

. Ação 1.1.2: email marketing promovendo descontos especiais para primeira compra.

. Ação 1.1.3: promover eventos regionais.

. Ação 1.1.4: participar de feiras.

Estratégia 1.2: aumentar o ticket médio em 10% na base de clientes ativa no ano.

· Ação 1.2.1: promover bundles entre produtos da mesma família.

· Ação 1.2.2: aumento de crédito dos clientes ativos.

· Ação 1.2.3: lançar programas de afinidade.



CONCEITO SMART (Peter Druker, The Practical Managment, 1954)

Basicamente, o gerenciamento por objetivos serve para direcionar o que cada colaborador da empresa deve "entregar" na forma de resultado concreto, portanto, é usado para medir sua performance.

Neste processo, o gerente tem a função de “cascatear” os objetivos pela organização e esclarecer qualquer dúvida sobre estratégias, metas e prazos. Além disso, o gerente deve eliminar barreiras para facilitar a execução assegurando que cada colaborador tome suas próprias decisões e encontre o melhor caminho para “entregar” seus resultados.

Conceito SMART: sugere que as estratégias sejam:


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Como trabalhar a gramática e a norma – padrão na escola respeitando-se as variações linguísticas do aluno?

A língua é viva e se modifica constantemente, portanto, trabalhar com a gramatica e a norma-culta na escola respeitando-se as variações linguísticas dos alunos é possível. Afinal, ambas são necessárias em uma comunicação eficaz.
O professor que pensa ser as variações linguísticas a única forma de expressão correta, desconsiderando o uso culto e gramatical das normas, esta equivocado. Entretanto, só o uso oral da língua padrão em sala de aula poderá causar o constrangimento a alguns devido a incompreensão da falta de adequação da língua ao meio. Deste modo, este também esta equivocado.
É preciso lembrar: um dos objetivos do ensino da língua portuguesa, no PCN, é levar o aluno a produzir seu conhecimento, ou seja, se expressar criativamente durante a comunicação com o outro, o que não ocorrerá se não houver o equilibrio no uso oral da gramática e das variações linguísticas. Pois, as diferenças linguísticas não podem ser vistas como acertos e erros. São formas de expressões adequadas ou não ao meio em que o falante ou escritor está e/ou deseja atingir.
Cabe ao professor, o ensino escolar, ensinar que a diversidade linguística e a norma-culta são importantes. Sendo na aplicação de planos de ensino que levem para sala de aula textos de leituras diversificadas (variadas em suas autorias, regionalidades, historicidade, grupos humanos) a prática da questão. Desta forma os alunos começarão a perceber as linguagens existentes, inclusive, induzirá à comparações com textos orais, escritos e propiciando novas abordagens como a reescrita de textos, aproximando a língua culta com a diversidade linguística.
O linguista Travaglia (2003) diz que ensinar a língua com aquisição da competência comunicativa e ensinar sobre ela através da norma-culta e gramática com analise dela é um objetivo do ensino da língua; e, Callou (2007) afirma que qualquer falante possui uma gramática internalizada e deve desenvolver seu aprimoramento. Ambos mostram a importância do equilíbrio do uso da norma e diversidade.

Enfim, o aluno ao usar a escrita ou a fala respeitando a diversidade e aplicando a língua culta se faz entender, deste modo, a língua atinge seu fim, a compreensão do texto, a comunicação.  
Autoria: Adriana Tavares Pimentel

Roteiro básico de um evento

ROTEIRO (BÁSICO) DE PROJETO PARA EVENTO


  1. Título: O nome do evento com a identificação numérica, tipo, abrangência espacial e assunto do evento;
  2. Memorial: síntese descritiva de todas as atividades (técnicas, sociais,culturais, científicas, turísticas etc...);
  3. Objetivos gerais: o que de mais amplo o evento deverá atingir com seu acontecimento;
  4. Objetivos específicos: o que de mais próprio, de mais particular e exclusivo o evento deverá atingir com seu acontecimento;
  5. Identificação: discriminação dos nomes do promotor (pessoa física ou empresa) e do organizador do evento. Identifica-se também o local e a data de realização;
  6. Justificativa: espaço destinado à indicação dos motivos (sociais, culturais, políticos, econômicos etc.) que demonstram a importância do evento;
  7. Público-alvo: identifica-se o perfil e o número de participantes potenciais. O perfil dos participantes deve ser analisado com base em aspectos como tema, custos e programação. O número estimado de participantes pode ser obtido por meio de análise de eventos anteriores ligados ao tema. O número estimado deve ser o da média mínima, e nunca da máxima;
  8. Conteúdo do evento: indicação do temário e programação preliminar do evento. Temário é a apresentação dos assuntos-chave que serão tratados e que funcionarão como um chamariz para o público interessado, Programação preliminar é a proposta de um cronograma, incluindo todas as atividades que serão desenvolvidas;
  9. Participações prováveis: indicação dos setores interessados na realização do evento, com patrocínios e apoios; agência de turismo oficial escolhida para executar os serviços de traslado, receptivo, hospedagem, city-tour; cia. aérea oficial do evento (transportadora);
  10. Recursos necessários: humanos (pessoal necessário ao desenvolvimento do trabalho), materiais (de escritório, equipamentos de áudio e vídeo etc.), com quantidade e qualidade (tipo de produto, modelo, referência). Informar apenas a quantidade e local de utilização dos mesmos;
  11. Plano de mídia: meios de divulgação (rádio, tv, outdoors, jornais, revistas, informativos, internet, e-foldere-mail marketinghomepage etc...);
  12. Previsão de gastosdespesas – cálculo estimado contendo todos os gastos com itens que integrarão a organização do evento. Cotar pelo valor mais alto. Receitas – oriundas de inscrições, patrocínios, permutas. Isso possibilitará confirmar a viabilidade (ou não) do evento;
  13. Cronograma financeiro: previsão de desembolso e das entradas de recursos financeiros para cumprir os compromissos (do planejamento ao pós-evento).
  14. Cronograma geral e check-list: ferramentas que possibilitam o controle rigoroso das fases de pré, trans e pós-evento. 

Mousse de maracujá

1 lata de leite condensado
1 lada de creme de leite
1 lata de suco de maracujá concentrado
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água
2 maracujás (polpa)

1.Bata no liquidificador a lata de leite condensado, o creme de leite e o suco de maracujá concentrado
2.Colocar em uma refratário (para servir) e deixar na geladeira até ficar bem geladinho (ou no congelador se precisar para o mesmo dia)
3.Junte o açúcar, a água e o maracujá em uma panela e deixe ferver até ficar em ponto de fio
4.Quando esfriar coloque em cima da mousse

Gengibira, é uma soda caseira de gengibre.

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Spritzbier


- refrigerante caseiro alemão


*** depois de pronta a bebida tem de ser mantida fria!




ingredientes:

- 1,5 kg de açúcar cristal

- 10 litros de água filtrada, ou mineral

- 100 g de raiz de gengibre fresco

- 1 c.s. de Quilaya

- 1 c.c. de fermento biológico seco





Material

- Garrafas com tampa rosca (de preferência de vidro)

- Uma panela grande,com tampa.

- Coador

- Funil

- Copo medidor





Na panela, junte 3 litros de água, a quiláia, o gengibre cortado em rodelas.

Deixe ferver e cozinhe em fogo baixo por cerca de 1 hora e meia.

Desligue e adicione o açúcar, mexendo bem.

Espere o líquido amornar e junte o fermento.

Cubra com uma toalha e deixar descansar por 48 horas (ou até 72 horas, em clima mais frio).

Coe e adicione o restante da água, até completar os 10 litros.

Engarrafe a bebida (não encher totalmente, deixar uns três dedos vazio) e deixe fora da geladeira por cerca de 48 horas (ou mais tempo, se a temperatura ambiente for baixa).

Para testar se a bebida está pronta abra uma garrafa e observe se está espumante.

Levar à geladeira.

Panquecas

Prestem atenção no ponto da massa


Massa
INGREDIENTES
• 1 xícara de leite
• 2 ovos
• meia xícara de óleo
• 1 colher (de café) de sal
• 2 xícaras de farinha de trigo (ou o quanto baste para a massa ficar no ponto)
PASSO A PASSO
1. Batam tudo no liquidificador, menos a farinha
2. Com o liquidificador ainda ligado, vão colocando a farinha até que a massa comece a engrossar. Não deixem engrossar demais.
O recheio
Para o recheio das panquecas podemos seguir a receita do molho à bolonhesa que eu já ensinei aqui no InC. A diferença é que usaremos apenas 1 lata de molho de tomate, pois não queremos um recheio úmido demais. Quando o recheio estiver pronto, reserve 2 xícaras para fazer o molho e use o restante nas panquecas.
As panquecas
Agora com tudo pronto, podemos finalmente fazer as panquecas. Não se preocupem se as primeiras não saírem muito boas, é normal. Pra começar, coloque algumas gotas de óleo na frigideira para a massa não grudar. Depois pegue uma conchada da massa, jogue na frigideira, mexa um pouco para espalhar e vire de um lado e de outro.

O molho
As panquecas estão prontas, resta fazer o molho. Agora vamos usar o restante do recheio e 1 caixa de molho de tomate.
Primeiramente, coloque o molho de tomate numa panela, depois pegue a caixa e encha de água. Coloque na panela e mexa. Jogue uma pitada de açúcar para retirar a acidez do molho de tomate e depois coloque a carne que sobrou do recheio. Espere ferver e seu molho estará pronto.
Se precisar engrossar o molho, misture 2 colheres de sopa de farinha com meio copo de água e jogue dentro do molho, ele vai engrossar na hora.
Com o molho pronto, jogue-o por cima das panquecas e pronto, já pode servir e fazer sucesso com o pessoal de casa!
Para incrementar, você pode jogar um pouco mais de queijo por cima e levar por alguns minutos ao forno.

Cuca Alemã

Ingredientes
4 ovos
2 xícaras de açúcar
1 xícara de leite
1 xícara de manteiga
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 xícara de chocolate em pó
raspa de limão
Modo de Preparo
Bater as gemas, a manteiga e o açúcar até formar um creme. À parte peneirar a farinha de trigo com o fermento, juntar ao creme alternando com o leite ( as vezes eu acrescento um pouco mais de leite). Misturar bem, e por último acrescentar as claras em neve. Colocar metade da massa em uma forma untada, juntar o chocolate em pó à outra metade e as raspas de limão. Despejar o restante da massa na forma, cobrir com o streusel e assar em forno moderado até que, espetando um palito, este saia seco.
Obs: Use manteiga, pois com margarina o sabor não será o mesmo.

Streusel:

1 xícara de farinha de trigo
4 colheres de açúcar
1 colher de canela em pó
2 colheres de margarina
Misturar tudo e esfarelar bem.

domingo, 6 de abril de 2014

Recordando anos 80 em meus apetrechos

Estou postando várias coisas, filmes, desenhos, brinquedos do meu período de infância e adolescência. Minhas recordações sobre roupas de adolescente. Então resolvi postar.



No verão sempre eu dava um jeito de pegar um pedaço de madeira, pregos e linhas coloridas para fazer uma pulseirinhas de linha. Aliás minha filha a um tempo atrás andou comprando uma por aí.

Agora se for lembrar de roupas da minha infância e adolescência eu posso dizer que tive e usei coisas que hoje seriam muito estranhas. Vou citar algumas mas antes preciso registrar um artigo que foi vital para minhas pernas serem retas hoje, embora, fosse horroroso ter de usar. Tu não imaginas o que eram as tais botas ortopédicas. Eram pesadas na cor preta e branca. As crianças com problemas de “pé chato”, pernas tortas... tinham de usar muitos anos. Eu usei uma. Foi feita por meu avô que era um hiper super sapateiro. Tirando o fato de meu avô ter feito as minhas botas conforme a receita do médico ortopedista e que eu sempre fui apaixonada por tudo que se referi a ele, de resto, é só horror. As botas eram feias pra caramba. Não as minhas botas ortopédicas mas todas as que existiam na época. As meninas da minha escolinha usavam sapatinhos lindos que eu sonhava todos os dias com o momento de poder ter um nos meus pés.
Talvez seja por isso que hoje em dia, detesto qualquer sapato com um estilo mais masculino, por mais confortáveis que possam parecer. Simplesmente, sou apaixonada por saltos altos, cores e delicados designs.
Agora sim, la vai algumas imagens de roupas que usei nos anos 80 e uma lista de outras coisinhas.


Saia Balonê - minha mãe fez uma lindas em rosa choc e verde limão com renda nas pontinhas.






Calça Semi-Bag – era uma delicia usar, só que tu parecia ter uns 10kg a mais. rsrsrs;




Sandália de plástico com meia soquete prateada; - esses são do tempo da novela da globo Dancing Days, onde a Sônia Braga era a atriz principal.





Calça Deandê – a gente ficava fantástica dentro de uma. Eram listadinhas de preto com branco ou marinho com branco. Tudo colado ao corpo em um cotton de primeira qualidade. A gente passava e tanto os meninos quanto as meninas, babavam. As meninas porque queriam igual e os meninos...

Saruel – é um tipo de calça saia que é moda nos dias de hoje mas eu tinha um lindo branco com uma abertura dos lados da metade das coxas até início da canela. Ele dava um movimento super bonito quando andávamos.



Essas meinhas eu só te digo, ficavam lindas numa bela mini saia ou mini vestido:




calça e jaqueta de tactel – bah, essa era uma mão na roda. Eu tive um conjunto cinza muito legal que agasalhava um monte no inverno. Ele existiu por muitos anos até que foi se exterminando pois eu gostava de usar ele para patinar no inverno. Mesmo não sendo a roupa adequada a patinação.



Melissinha sabor Coca-Cola – eu amava cheirá-la. Hummm delicia.




Botas da Xuxa – Ganhei do meu pai 3 pares no lançamento dos primeiros modelos. Eram lindas, umas com tirinhas de amarrar por cima das botas e outras de babadinhos. Tinha cinza, bege e preta




Roupas estilo New Wave, eram roupas coloridas, verde limão, abóbora, roxas, com muitos quadriculados e nós nas blusas – não lembro quem me deu, se pai ou mãe mas adorei o verão da moda new wave. Tive blusas e calças muito interessantes nas suas modelagens e cores. Um bom exemplo do estilo que eram essas roupas era esse da Madonna, aliás que eu era fã.




Camisas Rato de Praia da OP – essa era linda para usar de mini saia jeans e tênis Nyke.

Calças da OP com bolsos na lateral – complementada com a camiseta

Blusão de lã da Korrigan – esse lembro que o pai me levou até a korrigan pra comprarmos junto com uma calça jeans muito legal, luvas, cachecol e gorro porque naquela noite eu iria para o show do Canta Brasil no Beira Rio e seria uma daquelas noites de inverno rigorosamente frias.

Mochila emborrachada Company – lutei pra conseguir convencer que “precisava de uma”. Consegui.

Blusinhas da Pichuli – era uma marca de Caxias do Sul – RGS que eu amava usar. Eram blusas, vestidos (aliás sou louca por vestidos) que simplesmente tinham um bom gosto inquestionável.

Batbut, uma sandália de couro- tu não vai acreditar mas eu usei essa sandália comprada na Gang com uma camiseta escrito “James Carter permite maconha” com o desenho dela e tudo mais na camiseta. Quem via até que eu parecia com aquela camiseta, jeans e sandália, uma rippie anos 70. Só que eu sempre tive amigos maluquinhos mas nunca curti esse tipo de “praia”

Tênis Nyke de todas as cores – eu amava meus Nikes;
Tênis All Star – bah, esses o pessoal usa até hoje. Eu tinha um creme, um amarelo, um vermelho pra combinar com minhas camisas e suspensórios. Sério, suspensórios. Eu adorava usar uns muito diferentes customizados com minhas minissaias jeans.

Eu juro que usei esse cabelinho:



Conga, Bamba e kichute,amarrar por baixo da sola ou em volta do tornozelo junto com
os uniformes Adidas para Educação Física que tinham listras na lateral e eram azul marinho, eu usei por volta de 9/10 anos de idade. Sinceramente eu gostava.




Relógio Champion para meninas que trocavam as pulseiras. Eu tinha uma coleção de pulseirinhas de todas as cores possíveis para complementar a carteira emborrachada OP
e as camisetas da OP. Tá eu seria nos tempos de hoje considerada um pouquinho Patricinha.

terça-feira, 1 de abril de 2014

A ordem é aprender sempre





Conversei com um presidente de empresa que gosta de se envolver com os processos seletivos de seus executivos. Quando lhe perguntei o que ele valorizava nos candidatos, ele me respondeu sem titubear: "São duas as variáveis: capacidade de entregar resultado e vontade de aprender permanentemente".

Campeão de assertividade esse presidente. Ele sabe que a empresa vive de resultados, mas está interessado em resultados sustentáveis e crescentes, e isso só se consegue com gente que está evoluindo sempre. Por isso, o desejo genuíno de aprender passou a ser uma qualidade desejada no mundo corporativo.

Em função de visões como esta é que as empresas estão virando escolas. Mas há uma diferença entre elas e a faculdade que você acabou de cursar. Lá havia um professor, alguém especializado em ensinar, que compartilhava com você a responsabilidade por sua formação. Na empresa essa responsabilidade está muito mais colocada sobre seus ombros.

Se as empresas apreciam quem quer aprender, têm especial predileção por quem não espera que alguém venha ensinar. Aprender é seu ofício. Nesse sentido, a curiosidade, a inquietação intelectual, a busca do conhecimento passaram a ser as características apreciadas, pelo menos nas empresas bem geridas.

Considerando o que disse o presidente, temos duas variáveis, portanto são quatro as possibilidades. Vejamos: quem tem baixo desempenho e grande vontade de aprender é um potencial - a empresa investe. Quem tem bom desempenho, mas perdeu a vontade de aprender está acomodado - a empresa se preocupa. Quem tem desempenho alto e grande vontade aprender é um talento - a empresa reconhece e quer reter. E quem tem baixas essas duas variáveis não tem mais espaço - a empresa elimina.

Esta é uma planilha muito útil, especialmente para os líderes de equipes, mas também para quem está construindo uma carreira e não quer vacilar. Perceba que no mundo dos recursos humanos, ser um talento não significa ter uma habilidade especial, um dom artístico ou uma inteligência superior. Ser um talento significa ser possuidor da combinação entre o desempenho e o desejo de aprender e evoluir. Ser um talento, portanto, é uma questão de vontade.

Volte sempre!

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