Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Os dois porquinhos e eu, o terceiro

Gabriele


                     Era uma manhã de domingo, eu e meus dois irmãos porquinhos  estávamos tentando construir uma casa para morarmos. Tínhamos nos mudado para a cidadezinha a poucos dias. Meus irmãos começaram a procurar palha. De de tanto caminharem, acabaram encontrando uma casa de um senhor  muito legal que lhe se deu umas palhas. Ele havia guardado para o inverno. Ainda ajudou os dois porquinhos a levarem as palhas até o terreno da construção.

Chegando lá ,eles fizeram a casa e antes de ir embora o homem falou para nós que ali perto morava um lobo. Começamos a nos preocupar e fomos dormir pensando sobre o assunto.
Quando chegou a noite, ouvimos uma voz dizendo assim:
- Abram a porta se não eu vou assoprar até a sua casa cair.
Levantamos assustados e falamos:
- Você não vai derrubar.
Então, ele assoprou e a casa caiu. Saímos correndo, nos escondemos e quando amanheceu o dia construímos uma nova casa. Agora, era de madeira.
Não adiantou nada. Quando chegou a noite, ele apareceu falando de novo:
- Eu vou assoprar até sua casa cair.
Não acreditamos que ele iria conseguir derrubar a casa nova, mas ele derrubou. O lobo tem um assopro poderoso. Tivemos que correr e nos esconder por mais uma noite.
Foi ai que meu irmão, o Prático, resolveu que nossa casa seria de tijolos. Eu queria ficar brincando na rua mas meus irmãos me colocaram a trabalhar também.
E, sinceramente, não aguentava mais o lobo pegando no nosso pé.
Quando chegou a noite, é claro, lá tava ele de novo. Só que desta vez, ele assoprou, assoprou, assoprou e a casa não caiu. Foi o dia que o lobo resolveu desistir de derrubar nossa casa e vivemos felizes para sempre porque ele nunca mais apareceu.   

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