Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Cinderela e a abóbora mágica

Gabriel Steffen


Eu estava lá, na mesa da casa da Cinderela, olhando os ratos comerem queijo. E, as irmãs de Cinderela, Natasha e Griselda, estavam correndo na sala dizendo:
- Ai! Empregada inútil! Não sabe fazer nada.
Sinceramente, eu fiquei indignada com essa cena. Coitada da empregada.
Então, percebi que havia um grupo de ratos trabalhando com um tecido, agulhas e linhas. Estavam fazendo um vestido para Cinderela ir no baile que aconteceria aquela noite.
Sabem a coisa não foi tão simples. As irmãs dela enlouqueceram quando viram o vestido, estragando-o todo. A Cindi ficou chorando muito enquanto elas iam ao baile. 
De repente, surgiu a madrinha de Cinderela, uma mulher simpática e meio atrapalhada que começou a transformar tudo que via. Aliás, me transformou em uma carruagem toda feita de ouro e tecidos luxuosos. A Cinderela ganhou um vestido azul para ir ao baile com lindos sapatinhos de vidro.
No caminho para o baile não aconteceu nada demais, mas no baile tinha uma confusão de pessoas rindo, fofocando, bêbadas e observando. Eis que, ouvi um barulhão e os cavalos me balançaram. Virei de carruagem chic para um legume, ou seja, uma abóbora nova mente.  
Não sei se foi boa a experiência de virar e desvirar carruagem mas, posso dizer que foi muito diferente.
  

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