Miscelâneas do Eu

Expressar as ideais, registrar os pensamentos, sonhos, devaneios num pequeno e simplório blog desta escritora amadora que vos fala são as formas que encontrei para registrar a existência neste mundo.

Não cabe a mim julgar certo ou errado e sim, escrever o que sinto sobre o que me cerca.

A única coisa que não abro mão é do amor pelos seres humanos e incompreensão diante da capacidade de alguns serem cruéis com sua própria espécie.

Nana Pimentel

domingo, 9 de novembro de 2014

A vela apagada

                                       Carolina Vogel


       Num belo dia, uma bela família estava bem contente com visita de primos.
      Então, o primo mais novo ficou com medo porque começou a trovoar. Raios e chuva muito forte tomaram conta. O primo Gustavo estava assustado e falou:                                                                                                                                                                                                                          
      -Mamãe, estou com muito medo. Ajuda-me!
       - Filho, não precisa ter medo. O vovô  vai acender uma vela. Não precisa ter medo agora.
        O vô acendeu a vela e o menino então falou:
       - Vovô, se eu por a mão em cima da vela acesa o que vai acontecer comigo?
       - Você se queimará. Vai se machucar e chorar muito.
        - Está bem vovô. Eu não botarei a mão ali nunca, nunquinha!!!
          Na hora de dormir o menino derrubou a vela no chão. A cera da vela respingou em seus pés queimando-os e o menino começou a chorar.
           - Viu só Gustavo o que aconteceu? Eu te avisei para cuidar onde andas.
            - Vovô, da próxima vez cuido onde eu piso.
           Neste dia, o menino aprendeu que não se pode mexer nas coisas dos outros e se deve ter cuidado com aquilo que os adultos dizem ser perigoso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Volte sempre!

Volte sempre!

Pesquisar este blog

Minha estante de livros!